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domingo, 31 de maio de 2009

A TRADIÇÃO DAS MAIAS

Segundo uma lenda do Alto Minho, Herodes soube que a Sagrada Família, na sua fuga para o Egipto, passaria a noite numa certa aldeia.Para garantir que conseguiria matar o Menino Jesus, Herodes dispunha-se a mandar matar todas as crianças. Perante a possibilidade de uma mortandade tão significativa, Herodes foi informado, que tal poderia ser evitado, bastando para isso, que ele próprio colocasse um ramo de giesta florida na casa onde se encontrava a Sagrada Família, sendo um sinal para que os soldados a procurassem e acontecesse o crime. A proposta foi aceite e Herodes tratou de mandar os seus soldados à procura da tal casa. Qual não foi o espanto dos soldados quando, na manhã seguinte, encontraram todas as casas da aldeia com ramos de giesta florida à porta, não conseguido, assim, matar o Menino Jesus. Talvez resultado desta lenda, hoje em dia, ainda é possível observar em algumas zonas rurais do nosso país, a colocação de ramos de giestas em flor, ou até mesmo coroas feitas de ramos de giestas (maias) conjuntamente com outras flores e enfeites coloridos, nas portas e janelas das casas ou nos automóveis, na noite de 30 de Abril para 1 de Maio.

Trabalho realizado por: Joana Nogueira nº9 7ºC e Bárbara Freitas nº2 7ºF

domingo, 1 de março de 2009

LA CHANDELEUR


La chandeleur: a festa dos crepes!

O nome da festa:
“La Chandeleur” é uma palavra francesa que vem do latim “festa candelorum”, que quer dizer festa das candeias.
Data da festa:
2 de Fevereiro.
Porquê:
É o dia da apresentação de Jesus ao Templo e da purificação da Virgem. Durante esta celebração inúmeras velas eram benzidas e acesas.
Os pagãos celebravam já a festa, queimando velas que tinham o poder de afastar os maus espíritos e de proteger as casas e campos. Até ao fim do Império Romano, os rituais pagãos foram substituídos por feriados religiosos: foi assim que a festa nasceu.
O crepe:
Na França, é muito típica a confecção de crepes, recheados com açúcar, canela, com chocolate ou todo o tipo de compotas. Sobre os crepes, diz-se que a sua forma e a sua cor evocam o Sol que regressa, finalmente, após uma longa e fria noite de Inverno.
Curiosidades:
Quando se procede à confecção dos crepes é preciso fazê-los saltar, com uma moeda na mão esquerda, pedindo-se um desejo, com a intenção de assegurar prosperidade para todo o ano…

Simão Valente, 7ºE,nº21

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

SÍMBOLOS NATALÍCIOS


PRESÉPIO: A palavra vem do hebraico e significa manjedoura (estábulo). No final do século II, já havia representações do presépio.




BOI E JUMENTO: É uma lenda dos primeiros tempos do cristianismo. Nenhum dos textos do Evangelho fala da presença destes animais. Seria uma reminiscência do texto do profeta Habacuc, que diz que "o Messias se manifestará entre os animais”.









ANJOS CANTORES: Os anjos cantores anunciam uma boa notícia: "Glória no mais alto dos céus e paz na terra aos homens de boa vontade". Os anjos, ou seja, mensageiros, surgem nos céus para confirmar o nascimento do Filho de Deus.





ESTRELA: A estrela tem quatro pontas e uma cauda luminosa. As quatro pontas representam as quatro direcções da terra: Norte, Sul, Leste e Oeste, de onde vêm os homens para adorar o Filho de Deus.








OS TRÊS REIS MAGOS: O Evangelho de Mateus é o único a relata a vinda dos sábios do Oriente. No século V, Orígenes e São Leão Magno propõem chamá-los de reis-magos. No século VII eles ganham nomes populares: Baltazar Belchior e Gaspar. Eles trazem ouro, incenso e mirra para o menino rei, Deus e Salvador.







PINHEIRO DE NATAL: Tradição nascida na Idade Média, que reúne dois símbolos religiosos: a luz e a vida. A actual árvore de Natal aparece na Alsácia no século XVI e no século seguinte espalha-se o hábito de iluminá-la com velas.



BOLAS COLORIDAS: Simbolizam os frutos da árvore viva que é Jesus. São os dons maravilhosos que o nascimento de Jesus nos trouxe. São as boas acções daqueles que vivem como Jesus.








VELAS: Para os cristãos, as velas simbolizam a fé e o amor em favor da causa do Reino de Deus. Velas são como vidas entregues para viver.










SINOS: Os sinos simbolizam o respeito ao divino e evocam, quando presos em torres, tudo o que está suspenso entre o céu e a terra e, portanto, são o ponto de comunicação entre ambos.









NEVE: O toque mágico do Natal vem com a brancura e o frio da neve (no hemisfério norte) que exigem que as pessoas convivam mais dentro de casa.






CARTÕES, PRESENTES E CEIA DE NATAL: A ceia lembra-nos o acto de Amor de Jesus. Lembra também a nossa origem enquanto religião que celebra a fé em torno de uma mesa de família.


PAI NATAL: O Pai Natal oferece às crianças presentes, brinquedos e carinhos da terceira idade. O actual Pai Natal, de roupa vermelha e saco às costas, nasceu nos Estados Unidos na metade do século XIX. Ele é introduzido na Europa depois da Primeira Guerra Mundial e impôs-se pouco a pouco pela pressão comercial daqueles que querem festejar o Natal sem referências religiosas.




Trabalho realizado por: Sara Correia 7ºC, Silvana Santos 7ºC, Miguel Cardoso 6ºA, Luís Leite 5ºE

domingo, 30 de novembro de 2008

HALLOWEEN - SÍMBOLOS E TRADIÇÕES

O Halloween é uma festa celebrada no dia 31 de Outubro, véspera do dia de Todos-os-Santos, que tem mais de 2500 anos. Ela é realizada nos países ocidentais, porém é mais representativa nos Estados Unidos.
Surgiu entre o povo celta que acreditava que, no último dia de Verão (31 de Outubro), os espíritos saíam dos cemitérios para se apoderarem dos corpos dos vivos. Para assustá-los, os celtas colocavam, nas casas, objectos assustadores, tais como: caveiras, ossos decorados, abóboras enfeitadas, entre outros.
Esta festa foi condenada na Europa, durante a Idade Média, por ser uma festa pagã chamada Dia das Bruxas. Aqueles que comemoravam esta data eram perseguidos e condenados à fogueira pela Inquisição.



SÍMBOLOS E TRADIÇÕES


Esta festa está relacionada, na sua origem, com a morte e com figuras assustadoras. São símbolos comuns desta festa: fantasmas, bruxas, caveiras, monstros, gatos pretos e até personagens como Drácula e Frankestein. As crianças também participam nesta festa. Com a ajuda dos pais, usam fantasias assustadoras e partem de porta em porta, onde soltam a frase “Doçura ou travessura?”. Felizes, terminam a noite de 31 de Outubro, com sacos cheios de doces e guloseimas.

Bianca Lopes, 6ºC; Bruno Valente 6ºE; Simão Valente, 7ºE

AS CASTANHAS

Segundo a tradição, acompanham-se as castanhas com água-pé ou jeropiga.

Para as cozer: dá-se-lhes um golpe superficial ou retira-se-lhe um pouco de pele do lado mais liso para assim tomarem melhor o sal e os outros temperos; põem-se depois a cozer em água bem temperada com sal e um pouco de erva-doce.

Para as assar: com brasas vivas, deitam-se as castanhas no assador, colocam-se a cerca de 5 cm das brasas, vão-se sacudindo de vez em quando e vão-se lançando pitadas de sal grosso até estarem prontas. Podem também ser assadas em forno bem quente, num tabuleiro com uma camada ligeira de sal por baixo e por cima. Não se esqueça que, em qualquer dos casos, é preciso golpeá-las. Convém também saber que as castanhas são muito nutritivas. Estufadas, cozidas, fritas ou em puré é óptimo acompanhamento para carnes.
Benefícios das castanhas:
· Pobre em gorduras
· Boa fonte de fibras
· Ricas em hidratos de carbono

Contrariamente à maioria dos outros frutos secos, as castanhas são ricas em hidratos de carbono complexos, sob a forma de amido e fibras, contendo também muito poucas proteínas e gorduras. As castanhas têm menos de metade das calorias da maioria dos outros frutos secos e um teor de água muito mais elevado. Cerca de 100 g de castanhas fornecem aproximadamente um terço da dose diária recomendada de vitamina E, e um quarto da de vitamina B6.

Trabalho de pesquisa realizado por: Sara e Silvana – 7ºC

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

SABIAS QUE...?



  • A arte não começou na História, mas sim na Pré-História?


  • Existe pintura acrílica, a pintura à espátula, a pintura de género e a pintura a óleo?


  • A arte começou em 3000 a.C. ?


  • A velha arte da Iluminura era ainda o tipo de pintura dominante em França, no começo do século XV?


  • Alguns exemplares da arte gótica revelaram o impacto da grande catástrofe medieval, a Peste Negra?

Sílvia Maltez, 7ºE

segunda-feira, 26 de maio de 2008

O DIA DA ESPIGA

A Quinta-feira da Ascensão é uma festa religiosa católica. Há localidades onde é mesmo um dia feriado.Neste dia, celebra-se a ascensão de Jesus ao Céu, depois de ter sido crucificado e de ter ressuscitado. Também, nesta data, celebra-se o Dia da Espiga ou Quinta-feira da Espiga.
Tradicionalmente, as pessoas vão para o campo apanhar a espiga e outras flores campestres. Com elas, formam um ramo com espigas de trigo, folhagem de oliveira, malmequeres e papoilas. O ramo pode também incluir centeio, cevada, aveia, margaridas e pampilhos.

Cada elemento exprime um desejo:
· A espiga - que haja pão (isto é, que nunca falte comida em cada lar).
· As folhas de oliveira - que haja paz e que nunca falte a luz divina. (Antigamente, as pessoas alumiavam-se com lamparinas de azeite, e o azeite faz-se com as azeitonas, que são o fruto da oliveira).
· Flores (malmequeres, papoilas, etc.) - que haja alegria (simbolizada pela cor das flores - o malmequer ainda «traz» ouro e prata, a papoila o amor e vida e o alecrim a saúde e força).
O ramo é guardado ao longo de um ano, até ao Dia de Espiga do ano seguinte, pendurado algures dentro de casa.
Alguns acreditam que este costume, mais presente no centro e sul de Portugal, nasceu de um antigo ritual cristão, que era uma bênção aos primeiros frutos. No entanto, por ter tanta ligação com a Natureza, outros pensam que vem mais de trás no tempo, talvez de antigas tradições pagãs associadas às festas da deusa Flora que aconteciam por esta altura.
Hoje em dia, nas grandes cidades, as pessoas já não vão colher o Ramo da Espiga (nem há onde...), mas há quem os venda, fazendo negócio com a tradição... E ajudando a preservá-la.

Bibliografia: http://www.junior.te.pt/
Christophe, 6ºB.

A TRADIÇÃO DAS "MAIAS"

A tradição das Maias tem várias explicações. Eu vou apresentar a explicação religiosa para este costume.
Segundo a lenda, no tempo de Jesus, Herodes soube da fuga da Sagrada Família para o Egipto. Então, pediu a um malfeitor para matar o Menino Jesus. Este escusou-se a cumprir o pedido, mas ofereceu-se para identificar a casa onde ele estava alojado. Para o efeito, usou a flor de giesta (maias), na porta, para a sinalizar. Herodes mandou o seu exército para o matar, mas, para seu espanto, todas as casas tinham as portas enfeitadas com maias. Era impossível saber em qual das casas estava o verdadeiro Menino Jesus. O Menino Jesus foi salvo!

Ruben Santos, 5ºC



O Dia das Maias comemora-se de 30 de Abril para 1 de Maio.
Nesta altura, as pessoas costumam colocar ramos de maias nas portas e janelas das suas propriedades, porque, segundo diz a tradição, afugenta os “diabos” e as “bruxas”. Pretende-se, assim, afastar os infortúnios e azares de entrarem, afastando-os através desta flor.
A maia é uma flor campestre, amarela, mais conhecida por giesta, e é colhida nos montes incultos.


Marco, Mónica e Ana Catarina 5ºC

1º DE MAIO, DIA DO TRABALHADOR. PORQUÊ?

No dia 1 de Maio de 1886, quinhentos mil trabalhadores de Chicago decidiram fazer uma manifestação para reduzirem os horários de trabalho para 8 horas diárias.
A polícia, com intenção de deter a manifestação, matou e feriu dezenas de operários.
Os trabalhadores não se deixaram abater com as ameaças da polícia, porque todos achavam que as horas de trabalho eram muitas e continuaram a sua luta até ser reconhecida a legitimidade das suas reivindicações. Em 1889, o Congresso Operário Internacional, reunido em Paris, decretou o 1º de Maio, como o Dia Internacional dos Trabalhadores, um dia de luto e de luta. E, em 1890, os trabalhadores americanos conquistaram a jornada de trabalho de oito horas.
Em Portugal, só a partir de Maio de 1974 (o ano da revolução do 25 de Abril) é que se voltou a comemorar livremente o Primeiro de Maio e este passou a ser feriado. Durante a ditadura do Estado Novo, a comemoração deste dia era reprimida pela polícia.

Micaela 5ºC

segunda-feira, 28 de abril de 2008

CURIOSIDADES


O Dia das Mentiras
Porque é que o 1 de Abril se transformou no Dia das Mentiras?

Pensa-se que esta brincadeira surgiu inicialmente em França. No começo do séc. XVI, o Ano Novo era festejado no dia 25 de Março, data que marcava a chegada da Primavera. As festas duravam uma semana e terminavam no dia 1 de Abril.
Em 1564, depois da adopção do calendário gregoriano, o rei Carlos IX de França determinou que o Ano Novo seria comemorado no dia 1 de Janeiro. Alguns Franceses resistiram à mudança e continuaram a seguir o calendário antigo, pelo qual o ano se iniciava a 1 de Abril. Algumas pessoas trocistas passaram então a ridicularizá-los, enviando-lhes presentes esquisitos e convites para festas que não existiam.
Trabalho de Pesquisa realizado por: Bianca e Rui, 5ºC

Corguinhas - 3.º Período - 2018/2019

Jornal Corguinhas 3 º Periodo Publish at Calameo