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terça-feira, 7 de abril de 2009

LUA E ÍNDIA EM CONFRONTO


Um dia, reuniram-se Vasco da Gama e Neil Armstrong para debater qual das viagens tinha sido a mais importante para a Humanidade.
Estes famosos “descobridores” deram uma entrevista para o Jornal Escolar, o “Corguinhas”.

Corguinhas: Boa tarde. Estamos aqui para fazer uma entrevista com o objectivo de esclarecer os nossos leitores sobre qual das viagens foi mais relevante para o Homem, o alcance do outro lado do Hemisfério por mar ou a chegada do homem à Lua?
Corguinhas:
Vasco da Gama, como recorda a sua viagem até à Índia?
Vasco da Gama:
Para mim, foi um grande desafio alcançar, por mar, a terra das especiarias; este foi, sem dúvida, um feito difícil e inédito, visto que nenhum povo antes teve coragem para o fazer.
Corguinhas:
E você Neil, como teve a coragem de aceitar o desafio de ir à Lua e sair fora do nosso planeta?
Neil Armstrong:
Bem, desafios foi sempre aquilo que me fez respirar e sempre foi um grande sonho meu fazer aquilo que os outros consideram impossível!!!
Corguinhas:
Agora, queria saber quais os transportes que utilizaram para fazerem as vossas duras viagens.
Vasco da Gama:
A minha armada era constituída por quatro embarcações: a S.Gabriel, a S. Rafael, a Bérrio e a S. Miguel e levava comigo cerca de cento e setenta homens.
Neil Armstrong:
Eu realizei a missão Apólo 11, a bordo seguiam três pessoas e no dia 20 de Julho de 1969 pisei a Lua.
Corguinhas:
Ambos pensam que a sua viagem foi importante para a Humanidade. Podem-nos explicar porquê?
Vasco da Gama:
Penso que a viagem que realizei abriu novos horizontes ao Mundo; nós, portugueses passámos por mares desconhecidos, contactámos com povos de culturas diferentes e tentámos implantar no Oriente a nossa cultura, o nosso modo de vida…Resumindo, enfrentámos o mar e todos os seus perigos para enaltecer a Nação.
Neil Armstrong:
A viagem interespacial que fiz serviu para demonstrar que a inteligência do Homem não tem limites, o Homem quer, sonha, realiza e o Mundo avança.
Corguinhas: Obrigado pelo tempo que disponibilizam. Até uma próxima.
Entrevista elaborada por:
Kati Ferreira nº10
Marta Maltez nº 16 9ºD

domingo, 1 de março de 2009

O RENASCIMENTO NA ARTE

O NASCIMENTO DE VÉNUS

O Vento Oeste – Zéfiro e Clóris voam abraçados, como se fossem um só ser: Zéfiro sopra vigorosamente, enquanto a bela Clóris expira suavemente o hálito quente que empurra Vénus para terra. À volta deles caem rosas, cada uma delas com coração dourado, que, segundo a lenda, foram criados no momento em que Vénus nasceu.
A Concha – Botticelli retrata Vénus quando ela se prepara para entrar em actividade, com uma bela e complexa série de gestos, no momento em que sai da sua gigantesca concha dourada. O que vemos aqui não é exactamente Vénus a nascer das ondas, mas o momento em que, depois de ser trazida pela Concha, ela desembarca em Pofo, Chipre.
A Ninfa – é possível que a ninfa seja uma das três Horas, as deusas gregas das estações, que eram criadas de Vénus. Tanto o seu vestido profusamente decorado, como a capa esplendorosa que estende a Vénus, têm bordados malmequeres vermelhas e brancos, prímulas amarelas e centáureas azuis, tudo flores primaveris adequadas ao tema do nascimento.


MONA LISA uma das pinturas mais conhecidas de Leonardo da Vinci e que está exposta no museu do Louvre, em Paris. Para além do que pensam as pessoas, esta obra é surpreendentemente pequena Sempre lhe chamaram Mona Lisa, ou seja, Madona Lisa di António Maria Gheraedini, mulher de Vereza Francesco del Giocondo que encomendou ao pintor o retrato da sua jovem esposa, em 1503.
Janelas da alma - Leonardo descrevia os olhos como “as janelas do corpo humano, através das quais ele reflecte o seu caminho e se apercebe da beleza do mundo, que faz com que a sua alma se contente com a sua prisão humana”.
O sorriso enigmático- nunca se saberá ao certo, mas as duas paisagens têm algo a ver com ele. A da esquerda tem tendência para fazer com que o olho esquerdo desça, enquanto a da direita parece puxar o olho para cima. Estas sacudidelas visuais encontram-se no centro da Mona Lisa e dão-nos a sensação de um ligeiro movimento aos cantos da boca parecendo que ela está prestes a sorrir.
Contorno esfumado - O traço esfumado do contorno,que se mistura com o misterioso fundo cria uma ambiguidade de atmosfera e dá a ilusão de movimento,o que mostra uma incrível sensação de vida.
Paisagem Rochosa – é uma característica muito apreciada por Leonardo da Vinci, utilizada inúmeras vezes pelo pintor em várias obras. Sentia-se fascinado pelo movimento das águas
Curiosidade – Ausência de sobrancelhas: A explicação mais provável é o artista tê-las pintado como toque final na pintura seca do rosto. Então, quando o quadro foi limpo pela primeira vez, o restaurador utilizou o material errado e as sobrancelhas desapareceram para sempre.

TRABALHO REALIZADO POR: Daniela nº7; Fabiana nº13; Magda nº18 e Sara nº24 - 9ºC

INÊS DE CASTRO




























PARTIDA DE BELÉM

“OS LUSÍADAS”…
No meio de muitas pessoas, destaca-se a figura de uma mãe e de uma esposa, que, transmitindo a dor de todas as outras, revelam a sua tristeza pela incerteza do regresso dos seus familiares.
A partida fez-se na praia de Belém.


























VASCO DA GAMA


Vasco da Gama era um navegador português. Nasceu em 1468, em Sines, acabando por falecer em Cochim a 24 de Dezembro de 1524. Era filho ilegítimo de D. Estêvão da Gama e de Isabel Sodré e irmão de Paulo da Gama. Respeitado como navegador experiente, por ter participado em diversas operações navais nas costas de Portugal e de Marrocos, foi o homem escolhido por D. Manuel I que lhe confiou o comando de uma frota que viria a estabelecer o caminho marítimo para a Índia. Em 8 de Julho de 1497, largou como comandante da frota do Restelo, que era composta de quatro pequenos navios: S. Gabriel (comandado por Vasco da Gama), S. Rafael (comandado pelo seu irmão Paulo da Gama), Bérrio e S. Miguel (este último não passou da baía de S. Brás, onde foi queimado). A possibilidade de seguir esta rota marítima tinha já sido antevista, após Bartolomeu Dias, na sua viagem de 1486, ter ultrapassado o cabo da Boa Esperança. Foi nesta aventura que, Luís de Camões, se inspirou para escrever “Os Lusíadas”, o maior poema épico da língua portuguesa.

Trabalho realizado por: Diana Lopes, Andrea, Michael Silva e Eduardo - 9º C

SABES QUEM SOU?

Sou um famoso poeta português. As informações sobre a minha biografia são relativamente escassas e pouco seguras. A própria data do meu nascimento (entre 1517 e 1525), assim como o local, são incertos. A minha família tem ascendência galega, embora me tenha fixado em Portugal.
Estudei em Coimbra. Servi como soldado em Ceuta, por volta de 1549-1551, aí perdi um olho. Em 1552, de regresso a Lisboa, estive preso durante oito meses por ter ferido, numa rixa, Gonçalo Borges, um funcionário da corte. Nesse mesmo ano, segui para a Índia. Nos anos seguintes, servi no Oriente, ora como soldado, ora como funcionário, e estive mesmo em território chinês, onde exerci o cargo de Provedor dos Defuntos e Ausentes, a partir de 1558. Em 1560, estava de novo em Goa, convivendo com algumas das figuras importantes do tempo. Regressei a Portugal, onde desembarquei em 1570. Dois anos depois, D. Sebastião concedeu-me uma tença, recompensando os meus serviços no Oriente, entretanto publiquei o meu poema épico, Os Lusíadas. Morri a 10 de Junho de 1580, na miséria.
Os Lusíadas vieram a ser considerados o meu grande poema épico nacional. Toda a minha obra, de resto, influenciou a posterior literatura portuguesa, de forma particular durante o Romantismo, criando muitos mitos ligados à minha vida, mas também noutras épocas, inclusivamente a actual.


Cristiana nº5, Micael Rocha nº 19, Patrícia nº 21, Rui Alves nº 22 - 9º C

Corguinhas - 3.º Período - 2018/2019

Jornal Corguinhas 3 º Periodo Publish at Calameo