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terça-feira, 7 de abril de 2009

A AMIZADE


A escola poderá ser a grande promotora da amizade e da comunhão, enquanto comunidade aberta e preocupada às problemáticas dos jovens, da sua integração e do seu desenvolvimento como pessoas receptivas, abertas à novidade, críticas e livres. No entanto, a família é a primeira escola para as crianças e jovens e dela têm necessidade as sociedades civil e eclesial.
“O amor dos pais de fonte torna-se alma e, portanto, norma, que inspira e guia toda a acção educativa concreta, enriquecendo-a com aqueles valores de docilidade, constância, bondade, serviço, desinteresse, espírito de sacrifício, que são o fruto mais precioso do amor” (F.C. 36).
Crescendo num ambiente libertador, os jovens formam-se e crescem nos valores essenciais ao relacionamento e à vida interior. Crescem como homens capazes de dar e receber tranquilamente a amizade à sua volta.
Para tal é fundamental crescer:
· na liberdade diante dos bens materiais adoptando um estilo de vida simples e austero, convencidos de que o “Homem vale mais pelo que é do que pelo que tem” (G.S. 35);
· num sentido verdadeiro de justiça que por si leva ao respeito pela dignidade pessoal de cada um, ultrapassando os dogmas entre os diversos individualismos e egoísmos;
· no verdadeiro amor, como solicitude sincera e serviço desinteressado para com os outros;
· na sociabilidade, procurando os jovens, irmãos e irmãs, encontrar no seu ambiente familiar a imagem do que quererão ser no futuro e vão sendo já no presente. O amor entre marido e mulher, a comunhão e participação na vida quotidiana, na vida de casa, os momentos de alegria e dificuldade partilhados, representam a mais completa e eficaz pedagogia para a inserção activa e responsável dos jovens no mais amplo horizonte da sociedade;
· na sexualidade procurando fugir à banalização a que foi posta e encontrando o seu verdadeiro sentido integrado no amor e na realização global da pessoa;
· na verdadeira amizade que passa também por um diálogo construtor, uma verdade inspiradora de confiança e fonte de comunicação, uma humildade sedutora que faz cada um ser igual a si próprio e encantados para o outro.
Uma boa família, como bom espaço de comunhão, gera naturalmente elementos de comunhão, pessoas de diálogo, jovens que cultivam o sentido do outro e o valor da amizade. Famílias onde impera o egoísmo e cada um é uma ilha perdida, geram pessoas insatisfeitas, voltadas para si, tentando viver sós porque sós tiveram que crescer.
Ajudemos os nossos alunos a viver. A ser elos da cadeia de amor que vitaliza a vida humana. A estar com os outros e a construir com eles. A ser espaços de encontro na comunhão querida pelo nosso Deus.


ALFREDO MENDES DE VASCONCELOS,
PROFESSOR DE E.M.R.C.

VIDA

Para mim, a vida é um jogo que nem todos podem ganhar, onde uns têm a sorte de ter as cartas mais altas, onde também há batota, e acima de tudo, há aqueles que tudo ganham, e outros que tudo perdem, mas o facto de ganharmos, ou perdemos, depende muito de nós.
É óbvio, que na vida nem tudo é fácil, mas também que piada teria a vida, sem obstáculos? Às vezes parece-nos demasiado difícil lidar com eles, mas temos de aprender a ultrapassá-los.
Na minha opinião, para vencermos na vida, temos de ter confiança e segurança em nós próprios, temos de enfrentar os nossos medos, e também temos de arriscar. Algumas vezes podemos até cair, mas “fracassar não é cair, é recusar-se a levantar”, por isso mesmo quando caímos, temos de levantar a cara, e voltarmos ainda mais fortes, porque essas “pedras” (obstáculos), um dia vão ajudar-nos a construir um castelo” (vida feliz).
Há ainda quem diga “ que a nossa vida é a maior empresa, e que podemos evitar que ela vá a falência”, e eu partilho dessa opinião, porque muita gente não é feliz, porque assim o quis.
A vida é a coisa mais preciosa que temos, por isso devemos sempre agarrá-la e amá-la, nunca desistindo dela, porque quem desiste de uma vida só pode ter um nome, COBARDE.

Sílvia 9ºA

domingo, 1 de março de 2009

UMA OPÇÃO A TOMAR



Este ano, os alunos do 9ºano têm que tomar uma decisão: seguir para o ensino secundário ou ficar apenas com o ensino obrigatório, ou seja, o 9ºano.
Contudo, hoje em dia, ficar apenas com o 9ºano não é a melhor opção, uma vez que o mercado de trabalho não está actualmente facilitado e, como a maioria de nós acabará o ensino obrigatório com menos de 16 anos, não podemos por lei começar a trabalhar. Embora muitos de nós não quiséssemos frequentar mais três anos de escola, vemo-nos, por assim dizer, obrigados. No entanto, aqueles alunos que não se sentem tão motivados para o prosseguimento de estudos têm, actualmente, uma segunda opção, que é seguir um curso técnico-profissional que lhes possibilita, para além da habilitação académica do 12ºano, uma preparação para o mundo do trabalho.
Mas, pior que tomar essa decisão, é termos que escolher também a escola para onde ir, visto que a nossa escola não nos oferece muitas opções e, portanto, a mudança de escola é outra das coisas que temos de enfrentar. Não conseguimos deixar de ter a sensação que vamos perder os amigos que, por vezes, foram difíceis de fazer. Às vezes, é o mais difícil: ter que recomeçar as amizades do zero. Claro que não perderemos totalmente o contacto, porque hoje em dia há os telemóveis, a internet, mas nunca é a mesma coisa, porque estávamos habituados a estar todos os dias com eles.
Mas será que tudo valerá a pena? Para alguns será a concretização de um sonho, para outros, uma obrigação e, talvez, uma desilusão para outros.
Esperemos que não seja assim e que tudo corra pelo melhor.

Marta Maltez 9ºD

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

A SOCIEDADE DO SÉCULO XXI

Eu acho que a sociedade de hoje é muito complicada. Para além de a maior parte ser pobre, há muita coisa que pode e deve ser mudada.
Os mais pobres estão cada vez mais pobres e os ricos cada vez mais ricos. Os mais ricos usam roupas de lojas caríssimas e calçado igualmente caríssimo, telemóveis cujo valor dá para alimentar uma família necessitada. Vão ao restaurante frequentemente, têm casas muito luxuosas com empregados sempre ao seu dispor, carros que podem valer uma verdadeira fortuna, quase todos os anos têm umas férias de sonho em destinos de sonho.
Os mais pobres usam roupas de lojas baratas e, por vezes, usam roupa usada, não têm telemóvel e não vão comer ao restaurante. Esforçam-se imenso, todo o mês, a trabalhar para receber um ordenado miserável que não dá para as suas necessidades. Quando os seus filhos lhes pedem algo, não podem dar. Eu penso que tudo isto está mal, todos nós devíamos ter o mesmo dinheiro e ninguém devia passar fome ou necessidade.

Inês Santos 9ºA Nº12


Actualmente, a nossa sociedade está completamente fora de si.
Porque é que dizem que somos todos iguais, se a expressão não passa de uma mentira?
Somos todos diferentes: uns pobres, outros ricos!
Pergunto: uns merecem a riqueza e outros não?
Alguns pobres admitem não ter como sobreviver, outros, orgulhosos ou envergonhados, negam a ajuda de quem os pode ajudar.
Há pessoas com dinheiro e com coração que ajudam quem mais precisa. Em oposição, alguns têm dinheiro, mas gastam-no em coisas desnecessárias e supérfluas.
Na minha opinião, quem tem dinheiro e não sabe como investi-lo deveria acolher crianças ou ajudar uma família. Se fossemos todos solidários uns com os outros, melhoraríamos muito o nosso país e o mundo!
AJUDEM OS MAIS CARENCIADOS!
Aproveitem as campanhas de solidariedade promovidas pela nossa turma.
Obrigada.


Jéssica Ferreira, Nº 13 9ºA

O NATAL HOJE

O Natal é uma quadra que deve ser vivida em família, num clima de paz, fraternidade e amor.
Muitos esqueceram o verdadeiro significado do Natal, pois, para essas pessoas, o Natal não passa de uma troca de prendas.
O Natal deixou a ser uma época de amor e passou a ser uma época de negócio.
Por conseguinte, o Natal deixou de ser quando o homem quer e passou a ser quando o homem deixa.
E, agora, eu pergunto, quando vai o homem deixar ser Natal?
Quando deixar de ser tão materialista, ganancioso, egoísta, e quando começar a preocupar-se mais com o próximo e der mais valor aos sentimentos.



Rute, Adriana – 9ºA

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

HI 5


Os hi5 têm sido um fenómeno crescente entre os jovens. Quase todos, hoje em dia, têm uma página de hi5.
Com a chegada dos hi5, os fotologs caíram em desuso.
O hi5 é uma página na Internet em que colocamos fotos, fazemos amigos de todos os cantos do país e do mundo, comentamos os perfis e as fotos dos nossos amigos (alguns deles apenas virtuais), fazemos vídeos, mudamos os perfis.... Enfim, temos muitas possibilidades.
Lá, praticamente está a nossa vida exposta: temos as nossas fotografias, os nossos dados: nome, data de nascimento e localidade onde vivemos, gostos e preferências, comentários de quem visita o nosso perfil, etc.
Mas, devemos ter cuidado com o que escrevemos. Há sempre por perto piratas informáticos que utilizam os dados que lá estão para fazerem coisas menos sensatas.
Por isso, se tens uma dessas páginas tem atenção às informações que lá colocas acerca de ti como: morada, fotos em que estás bastante visível e com descrição, dados como a escola que frequentas e nome verídico. Esse tipo de pessoas aproveitam os hi5 para ridicularizar as fotos e voltam a recolocá-las em circulação na Internet, obter dados e chantagear os utilizadores. Para além de piratas informáticos, também circulam na Internet pedófilos que se aproveitam dos dados para estabelecer contactos com as suas possíveis vítimas.
Tem atenção e, se pretendes continuar a ter a tua conta de hi5 aberta, toma cuidado.
Lembra-te: pode acontecer a todos nós!

Marta Maltez 9ºD

NÓS E A MODA

Somos, todos os dias, demasiadamente bombardeados pela publicidade que “dita a moda”.
As novas tendências de cada estação influenciam-nos de tal ordem que anulamos a nossa personalidade, que nos identifica, para nos tornarmos pessoas uniformes. Passam, então, a chamar-nos “Betas” ou “Dreds”, conforme o estilo que assumimos e as marcas que diariamente publicitamos de graça e sem darmos conta.
Efectivamente, sem repararmos nisso, a moda pode ter um preço muito alto: a perda da identidade. O que se torna ainda mais dramático, quando não conseguimos, por motivos financeiros acompanhar as modas e ficamos excluídos socialmente. Sabemos, muitas vezes, que usamos uma marca, uma peça de roupa, um perfume, não porque gostamos, mas porque, está na moda.
Em síntese, não devemos deixar que os nossos gostos continuem a ser anulados, desta forma. As pessoas não valem pelo estilo que escolhem para viver, mas sim pela intensidade com que vivem.


Liliana, Marlene, Vanessa e Tânia, 11º A

PARA MIM, UM LIVRO...


É um vício, um prazer e tudo o que se possa imaginar…, mas sobretudo algo que dificilmente, da noite para o dia, se poderá abandonar…

Não é apenas um conjunto de páginas, protegidas pela capa e contracapa, com índice, introdução e capítulos…

É amizade, fantasia, sonho, objecto de predilecção…
Até o ser, passa por um enorme processo que o faz transpirar imenso e, essencialmente, sofrer…, pois é cortado, prensado, esmagado…

Mas, no final deste moroso e doloroso percurso, eis que surge um produto inigualável, invejável… palavras, frases, texto, em prosa ou em verso, acompanhados de muito, muito colorido e ilustrações variadasTodo ele faz brotar sentimentos, emoções, chegando mesmo a fazer despontar a lágrima que, tantas vezes, teimamos em esconder, mas que transparece, o que de mais puro a nossa alma alberga…

Vanda Pinto, N.º 19, 8º B

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

MAIS UM ANO QUE SE INICIA…



Mais um ano que se inicia…
O primeiro dia é sempre uma grande agitação: conhecer os novos colegas, rever os amigos de sempre, conhecer os professores e, depois, a entrada num novo ano e/ou ciclo e as surpresas de um novo percurso.
Antes do toque, a emoção de partilhar com os amigos as novidades de umas férias recheadas de aventuras… Toca a campainha como um sinal de alerta para mais um ano.
Nas aulas, a escolha dos lugares, o colega com quem ficar. Queremos que seja alguém de quem gostamos, que nos divirta, mas que saiba ser um verdadeiro companheiro.
Os professores, nesse dia, até compreendem tanta confusão e começamos, inevitavelmente, pela apresentação. Durante parte da aula conversamos abertamente com os professores sobre o trabalho que vamos desenvolver e, é claro, as regras a cumprir.
Logo a seguir, o teste diagnóstico como que a querer espreitar para o baú da nossa memória. Tanta coisa esquecida!...
Com toda esta agitação, quase que nos passam despercebidos os novos pormenores da decoração desta nossa segunda casa. Mas não podemos deixar de reparar neles. Está bem mais agradável o nosso espaço, assim de cara lavada.
Enfim, mais um ano, muitas dúvidas e incertezas, mas muita esperança que tudo corra pelo melhor. Desejos: grandes alegrias, boas amizades, bons resultados (com trabalho, como não pode deixar de ser…) e que deste ano fique mais uma óptima recordação.
A todos desejamos um excelente ano lectivo.

Marta Maltez, 9ºD

segunda-feira, 28 de abril de 2008

ARTIGOS DE OPINIÃO

O que é a droga?
A droga é toda e qualquer substância, natural ou sintética, que é introduzida no organismo e que modifica as suas funções.
As drogas naturais são obtidas através de algumas plantas. Como exemplo deste tipo de drogas temos a cafeína (presente no café), a nicotina (presente no tabaco), o ópio (presente na papoula) e o THC (presente na cannabis).
As drogas sintéticas são produzidas em laboratório e exigem técnicas especiais.
O termo droga presta-se a várias interpretações, mas, segundo a opinião geral, é uma substância proibida, de uso ilegal, prejudicial ao indivíduo e responsável pela modificação das suas sensações, do seu humor e do seu comportamento. Além disso, cria dependência.
Eu acho que a pessoas que tomam droga fazem muito mal, porque estão a prejudicar gravemente a sua saúde. Por isso, aconselho todas as pessoas que tomam droga a pararem de o fazer e a recomeçarem uma vida nova.

Micaela 5ºC

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O TABACO NA ADOLESCÊNCIA

Nos nossos dias, os adolescentes, influenciados pelos jovens um pouco mais velhos, começam a fumar muito precocemente.
Habituados a verem os pais e outros adultos, com quem convivem, a fumar e, ambiciosos pelo desejo de liberdade, acabam por experimentar.
Na primeira vez, sentem-se um pouco incomodados e inseguros. Mais tarde, um colega oferece uma “passa”, que acaba por ser aceite. Em seguida, será ele a pedir o cigarro e o vício acabará por se entranhar no corpo. Sempre que puderem, irão fumar às escondidas. Normalmente, estes jovens preferem locais escondidos e fazem-se acompanhar por outros jovens também fumadores. Para não se denunciarem, pelo forte odor a tabaco, mascam pastilhas elásticas de sabores diversos.
Os pais destes jovens, por vezes, demoram anos para o descobrir e, quando acabam por o fazer, já é tarde de mais para fazerem os filhos deixarem de fumar.
Se fumas, pensa duas vezes! O tabaco pode fazer-te sentir entusiasmado, mas é uma espécie de droga que te poderá causar, mais cedo ou mais tarde, doenças graves, tais como o cancro do pulmão, envelhecimento precoce da pele, problemas cardio-respiratórios.
Se és jovem e gostas de desfrutar a vida ao máximo...
NÃO FUMES!
Marta Maltez, 8ºC

Corguinhas - 3.º Período - 2018/2019

Jornal Corguinhas 3 º Periodo Publish at Calameo