domingo, 1 de março de 2009

PARTIDA DE BELÉM

“OS LUSÍADAS”…
No meio de muitas pessoas, destaca-se a figura de uma mãe e de uma esposa, que, transmitindo a dor de todas as outras, revelam a sua tristeza pela incerteza do regresso dos seus familiares.
A partida fez-se na praia de Belém.


























VASCO DA GAMA


Vasco da Gama era um navegador português. Nasceu em 1468, em Sines, acabando por falecer em Cochim a 24 de Dezembro de 1524. Era filho ilegítimo de D. Estêvão da Gama e de Isabel Sodré e irmão de Paulo da Gama. Respeitado como navegador experiente, por ter participado em diversas operações navais nas costas de Portugal e de Marrocos, foi o homem escolhido por D. Manuel I que lhe confiou o comando de uma frota que viria a estabelecer o caminho marítimo para a Índia. Em 8 de Julho de 1497, largou como comandante da frota do Restelo, que era composta de quatro pequenos navios: S. Gabriel (comandado por Vasco da Gama), S. Rafael (comandado pelo seu irmão Paulo da Gama), Bérrio e S. Miguel (este último não passou da baía de S. Brás, onde foi queimado). A possibilidade de seguir esta rota marítima tinha já sido antevista, após Bartolomeu Dias, na sua viagem de 1486, ter ultrapassado o cabo da Boa Esperança. Foi nesta aventura que, Luís de Camões, se inspirou para escrever “Os Lusíadas”, o maior poema épico da língua portuguesa.

Trabalho realizado por: Diana Lopes, Andrea, Michael Silva e Eduardo - 9º C

SABES QUEM SOU?

Sou um famoso poeta português. As informações sobre a minha biografia são relativamente escassas e pouco seguras. A própria data do meu nascimento (entre 1517 e 1525), assim como o local, são incertos. A minha família tem ascendência galega, embora me tenha fixado em Portugal.
Estudei em Coimbra. Servi como soldado em Ceuta, por volta de 1549-1551, aí perdi um olho. Em 1552, de regresso a Lisboa, estive preso durante oito meses por ter ferido, numa rixa, Gonçalo Borges, um funcionário da corte. Nesse mesmo ano, segui para a Índia. Nos anos seguintes, servi no Oriente, ora como soldado, ora como funcionário, e estive mesmo em território chinês, onde exerci o cargo de Provedor dos Defuntos e Ausentes, a partir de 1558. Em 1560, estava de novo em Goa, convivendo com algumas das figuras importantes do tempo. Regressei a Portugal, onde desembarquei em 1570. Dois anos depois, D. Sebastião concedeu-me uma tença, recompensando os meus serviços no Oriente, entretanto publiquei o meu poema épico, Os Lusíadas. Morri a 10 de Junho de 1580, na miséria.
Os Lusíadas vieram a ser considerados o meu grande poema épico nacional. Toda a minha obra, de resto, influenciou a posterior literatura portuguesa, de forma particular durante o Romantismo, criando muitos mitos ligados à minha vida, mas também noutras épocas, inclusivamente a actual.


Cristiana nº5, Micael Rocha nº 19, Patrícia nº 21, Rui Alves nº 22 - 9º C

UMA OPÇÃO A TOMAR



Este ano, os alunos do 9ºano têm que tomar uma decisão: seguir para o ensino secundário ou ficar apenas com o ensino obrigatório, ou seja, o 9ºano.
Contudo, hoje em dia, ficar apenas com o 9ºano não é a melhor opção, uma vez que o mercado de trabalho não está actualmente facilitado e, como a maioria de nós acabará o ensino obrigatório com menos de 16 anos, não podemos por lei começar a trabalhar. Embora muitos de nós não quiséssemos frequentar mais três anos de escola, vemo-nos, por assim dizer, obrigados. No entanto, aqueles alunos que não se sentem tão motivados para o prosseguimento de estudos têm, actualmente, uma segunda opção, que é seguir um curso técnico-profissional que lhes possibilita, para além da habilitação académica do 12ºano, uma preparação para o mundo do trabalho.
Mas, pior que tomar essa decisão, é termos que escolher também a escola para onde ir, visto que a nossa escola não nos oferece muitas opções e, portanto, a mudança de escola é outra das coisas que temos de enfrentar. Não conseguimos deixar de ter a sensação que vamos perder os amigos que, por vezes, foram difíceis de fazer. Às vezes, é o mais difícil: ter que recomeçar as amizades do zero. Claro que não perderemos totalmente o contacto, porque hoje em dia há os telemóveis, a internet, mas nunca é a mesma coisa, porque estávamos habituados a estar todos os dias com eles.
Mas será que tudo valerá a pena? Para alguns será a concretização de um sonho, para outros, uma obrigação e, talvez, uma desilusão para outros.
Esperemos que não seja assim e que tudo corra pelo melhor.

Marta Maltez 9ºD

S. VALENTIM



A lenda de São Valentim

No séc. III da Era Cristã , durante a governação do imperador Cláudio II, este, com o objectivo de formar um grande e poderoso exército, proibiu a realização de casamentos. Claúdio acreditava que os jovens se não tivessem família, se alistariam com maior facilidade no exército.
Porém, um padre romano continuou a celebrar casamentos, mesmo com a proibição do imperador, pois considerava esta medida injusta. O seu nome era Valentim e as cerimónias eram realizadas em segredo. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens atiravam flores e bilhetes, para a sua cela, dizendo que ainda acreditavam no amor. Entre as pessoas que escreveram mensagens ao bispo, encontrava-se uma jovem cega chamada Assíria e que era filha do carcereiro. Esta conseguiu a permissão do pai para visitar Valentim. Os dois apaixonaram-se e ela, milagrosamente, recuperou a visão. O bispo chegou a escrever uma carta de amor para a jovem com a seguinte assinatura: “de seu Valentim”, expressão ainda hoje é utilizada. Valentim foi decapitado em 14 de Fevereiro de 270 d.C.


O que é o Dia dos Namorados?
O Dia dos Namorados, tratado em muitos países como Dia de São Valentim, é uma data na qual se celebra o amor entre casais. É comum a troca de cartões com mensagens românticas e presentes com simbolismo, tais como as tradicionais caixas de bombons em formato de coração e os ramos de flores!
Mas hoje em dia, com as novas tecnologias, não podemos esquecer os SMS e os e-mail!




Quem é Cupido?

Quando se fala de amor é inevitável falar-se de Cupido.
Cupido é um ser com asas, de aparência infantil e que lança flechas directas aos corações das pessoas que passam. Estas, ao serem atingidas, ficam perdidamente apaixonadas!

A sua história remonta à Antiguidade Clássica e às mitologias Grega e Romana.
Para os gregos, o seu nome é Eros, o jovem filho de Ares, o deus da guerra, e de Afrodite, a deusa do amor e da beleza. É descrito como «o mais belo dos deuses» por despertar o amor nos mortais, com o seu arco e flechas.
Na Roma Antiga por seu lado, era conhecido como Cupido, tal como lhe chamamos hoje. Os romanos acreditavam que Cupido era filho de Vénus, a deusa da beleza e do amor, e do mensageiro alado dos deuses, Mercúrio.


Trabalho de pesquisa realizado por: Bruna Fonseca, Joana Nogueira, Salomé Oliveira, Sara Correia, Silvana Santos - 7ºC

QUADRAS DE S. VALENTIM

Com uma pena de pavão
Fiz uma chave-inglesa
Para abrir o teu coração
Com toda a delicadeza


Não te mando violetas
Porque não tenho jardim
Mas apenas estas letras
Para que gostes de mim

Atrás do Sol anda a Lua
Atrás da Lua o Luar
Atrás de ti um rapaz
Que contigo quer namorar

Os olhos do meu amor
São duas azeitonazinhas
Fechados são dois botões,
Abertos duas rosinhas









Pesquisa de Sílvia Maltez nº20 7ºE

CARNAVAL

Como se comemora o Carnaval?



O Carnaval é conhecido como uma quadra em que as pessoas se mascaram e convivem num clima de alegria.
Os Carnavais mais importantes no mundo são os do Brasil e Itália. Em Portugal, que tem uma grande tradição carnavalesca, os mais importantes são os de Ovar, Loulé, Sesimbra, Madeira, Torres Vedras e Sines.




























O que se come no Carnaval?

Muitas pessoas pensam que não se come nada de especial, no Carnaval, mas isso não e verdade!
Neste dia, normalmente, come-se o cozido à portuguesa, ou outros pratos onde entram vários tipos de carnes, pois a partir desse dia não se pode comer este alimento devido ao tempo de Quaresma e jejum...










Como é que as pessoas vão fantasiadas no Carnaval?

Em Portugal, existe uma grande variedade de fantasias. Cada um mascara-se como bem entende, usando os mais variados disfarces e adereços.










Conclusão:
O Carnaval é uma quadra muito engraçada, pois as pessoas convivem e divertem-se. É o único período do ano em que como “é Carnaval ninguém leva a mal”. Será?


Bárbara, Miguel e Ricardo 7º ano