domingo, 1 de março de 2009

LA CHANDELEUR


La chandeleur: a festa dos crepes!

O nome da festa:
“La Chandeleur” é uma palavra francesa que vem do latim “festa candelorum”, que quer dizer festa das candeias.
Data da festa:
2 de Fevereiro.
Porquê:
É o dia da apresentação de Jesus ao Templo e da purificação da Virgem. Durante esta celebração inúmeras velas eram benzidas e acesas.
Os pagãos celebravam já a festa, queimando velas que tinham o poder de afastar os maus espíritos e de proteger as casas e campos. Até ao fim do Império Romano, os rituais pagãos foram substituídos por feriados religiosos: foi assim que a festa nasceu.
O crepe:
Na França, é muito típica a confecção de crepes, recheados com açúcar, canela, com chocolate ou todo o tipo de compotas. Sobre os crepes, diz-se que a sua forma e a sua cor evocam o Sol que regressa, finalmente, após uma longa e fria noite de Inverno.
Curiosidades:
Quando se procede à confecção dos crepes é preciso fazê-los saltar, com uma moeda na mão esquerda, pedindo-se um desejo, com a intenção de assegurar prosperidade para todo o ano…

Simão Valente, 7ºE,nº21

VISITA DE ESTUDO AO CENTRO DE INTERPRETAÇÃO GEOLÓGICA DE AROUCA

No âmbito da disciplina de Ciências Naturais realizou-se uma visita de estudo ao Centro de Interpretação Geológica de Arouca, nos dias 13 e 27 de Fevereiro.
Essa visita teve como objectivos: reconhecer a existência de fósseis; conhecer a importância dos fósseis na reconstituição da história da terra; compreender os processos de fossilização; observar de fósseis de Era Paleozóica; sensibilizar os alunos para a importância de preservar o património paleontológico do nosso país.
No dia 13, foram à visita as seguintes turmas: 7ª, 7B, 7C e 7F. No dia 27, foram à visita o 7E e o 7D.
A saída da escola deu-se pelas 13h e a chegada pelas 17:45h.
Quando lá chegaram, em primeiro lugar, as turmas estiveram reunidas perto do museu a ouvir as explicações e recomendações da guia. Só depois se deu início à visita. As turmas foram divididas em dois grupos, uma vez que o museu era de pequenas dimensões.
Depois de todos terem visitado o museu, os alunos, sempre junto da guia, foram visitar a exploração da pedreira onde as pedras são partidas e onde, por vezes, se encontram fósseis. Alguns deles estão hoje expostos no museu.
No fim dessa visita, os alunos continuaram a sua caminhada pedestre, onde a guia, que os acompanhava, ia referindo os pontos mais importantes.
Durante essa caminhada pedestre, vários alunos e professores aproveitaram para procurar fósseis, no meio das inúmeras pedras espalhadas pelo percurso. Alguns deles tiveram sorte, outros nem por isso!
No fim, os alunos e os seus respectivos acompanhantes lancharam e depois fizeram a sua viagem de regresso.
Foi muito divertido e todos aprenderam imenso!
Vanessa, Vera, Cristiana e Ana – 7ºC

TEXTO VENCEDOR DO CONCURSO DE S. VALENTIM PROMOVIDO PELO CLUBE DE JORNALISMO


A Cada Sorriso Teu, um Sorriso Meu


A palavra amor é a palavra mais bonita que se pode expressar e o verdadeiro sentimento de amor é o mais bonito de se sentir.
Assim que olhei para os teus olhos castanhos, para os teus lábios doces e para a tua pele morena, a paixão invadiu todo o meu corpo e fez-me suspirar por ti. Quando te dirigiste a mim, foste o céu, foste uma estrela, conseguiste tocar o meu coração e despertá-lo para o amor. Tornaste-me homem para amar e saber amar, pois saber amar não é apenas estar presente fisicamente para nos beijarmos, amar é dar valor, é saber respeitar, é dar amizade e, acima de tudo, é saber perdoar e saber compreender.
A felicidade completa é a felicidade vivida a dois e, essa felicidade, eu quero partilhá-la contigo. Quero amar, quero ser alguém e tornar-me alguém melhor e só me sentirei vivo, se tu existires em mim.
Vou amar-te, morena, não ontem, não hoje, não amanhã, mas sempre!

Serei, Serás, Seremos

João Gomes n.º 13 11ºA

O RENASCIMENTO NA ARTE

O NASCIMENTO DE VÉNUS

O Vento Oeste – Zéfiro e Clóris voam abraçados, como se fossem um só ser: Zéfiro sopra vigorosamente, enquanto a bela Clóris expira suavemente o hálito quente que empurra Vénus para terra. À volta deles caem rosas, cada uma delas com coração dourado, que, segundo a lenda, foram criados no momento em que Vénus nasceu.
A Concha – Botticelli retrata Vénus quando ela se prepara para entrar em actividade, com uma bela e complexa série de gestos, no momento em que sai da sua gigantesca concha dourada. O que vemos aqui não é exactamente Vénus a nascer das ondas, mas o momento em que, depois de ser trazida pela Concha, ela desembarca em Pofo, Chipre.
A Ninfa – é possível que a ninfa seja uma das três Horas, as deusas gregas das estações, que eram criadas de Vénus. Tanto o seu vestido profusamente decorado, como a capa esplendorosa que estende a Vénus, têm bordados malmequeres vermelhas e brancos, prímulas amarelas e centáureas azuis, tudo flores primaveris adequadas ao tema do nascimento.


MONA LISA uma das pinturas mais conhecidas de Leonardo da Vinci e que está exposta no museu do Louvre, em Paris. Para além do que pensam as pessoas, esta obra é surpreendentemente pequena Sempre lhe chamaram Mona Lisa, ou seja, Madona Lisa di António Maria Gheraedini, mulher de Vereza Francesco del Giocondo que encomendou ao pintor o retrato da sua jovem esposa, em 1503.
Janelas da alma - Leonardo descrevia os olhos como “as janelas do corpo humano, através das quais ele reflecte o seu caminho e se apercebe da beleza do mundo, que faz com que a sua alma se contente com a sua prisão humana”.
O sorriso enigmático- nunca se saberá ao certo, mas as duas paisagens têm algo a ver com ele. A da esquerda tem tendência para fazer com que o olho esquerdo desça, enquanto a da direita parece puxar o olho para cima. Estas sacudidelas visuais encontram-se no centro da Mona Lisa e dão-nos a sensação de um ligeiro movimento aos cantos da boca parecendo que ela está prestes a sorrir.
Contorno esfumado - O traço esfumado do contorno,que se mistura com o misterioso fundo cria uma ambiguidade de atmosfera e dá a ilusão de movimento,o que mostra uma incrível sensação de vida.
Paisagem Rochosa – é uma característica muito apreciada por Leonardo da Vinci, utilizada inúmeras vezes pelo pintor em várias obras. Sentia-se fascinado pelo movimento das águas
Curiosidade – Ausência de sobrancelhas: A explicação mais provável é o artista tê-las pintado como toque final na pintura seca do rosto. Então, quando o quadro foi limpo pela primeira vez, o restaurador utilizou o material errado e as sobrancelhas desapareceram para sempre.

TRABALHO REALIZADO POR: Daniela nº7; Fabiana nº13; Magda nº18 e Sara nº24 - 9ºC

INÊS DE CASTRO




























PARTIDA DE BELÉM

“OS LUSÍADAS”…
No meio de muitas pessoas, destaca-se a figura de uma mãe e de uma esposa, que, transmitindo a dor de todas as outras, revelam a sua tristeza pela incerteza do regresso dos seus familiares.
A partida fez-se na praia de Belém.


























VASCO DA GAMA


Vasco da Gama era um navegador português. Nasceu em 1468, em Sines, acabando por falecer em Cochim a 24 de Dezembro de 1524. Era filho ilegítimo de D. Estêvão da Gama e de Isabel Sodré e irmão de Paulo da Gama. Respeitado como navegador experiente, por ter participado em diversas operações navais nas costas de Portugal e de Marrocos, foi o homem escolhido por D. Manuel I que lhe confiou o comando de uma frota que viria a estabelecer o caminho marítimo para a Índia. Em 8 de Julho de 1497, largou como comandante da frota do Restelo, que era composta de quatro pequenos navios: S. Gabriel (comandado por Vasco da Gama), S. Rafael (comandado pelo seu irmão Paulo da Gama), Bérrio e S. Miguel (este último não passou da baía de S. Brás, onde foi queimado). A possibilidade de seguir esta rota marítima tinha já sido antevista, após Bartolomeu Dias, na sua viagem de 1486, ter ultrapassado o cabo da Boa Esperança. Foi nesta aventura que, Luís de Camões, se inspirou para escrever “Os Lusíadas”, o maior poema épico da língua portuguesa.

Trabalho realizado por: Diana Lopes, Andrea, Michael Silva e Eduardo - 9º C