
terça-feira, 7 de abril de 2009
CEF A NA BARRAGEM DA AGUIEIRA


No passado dia 16 de Fevereiro, os alunos do CEF A partiram rumo à Barragem da Aguieira. Foram acompanhados pela Directora de Turma, professora Denise, pelo Coordenador do Curso, professor Eduardo e pelo Presidente do Conselho Executivo.
Todos estavam ansiosos para dar início àquela pequena grande aventura.
A visita foi guiada por um técnico da barragem e os alunos começaram por ver uma enorme turbina, a qual convertia a força da água em energia. Tiveram ainda oportunidade de visitar a sala onde vários técnicos procediam à vigilância da maquinaria. Aproveitaram, de igual modo, para dar uma volta pelo exterior e ficaram deslumbrados com a dimensão da barragem.
Esta visita de estudo foi uma forma divertida de aprender imensas coisas sobre a produção de energia.
Turma CEF A
Todos estavam ansiosos para dar início àquela pequena grande aventura.
A visita foi guiada por um técnico da barragem e os alunos começaram por ver uma enorme turbina, a qual convertia a força da água em energia. Tiveram ainda oportunidade de visitar a sala onde vários técnicos procediam à vigilância da maquinaria. Aproveitaram, de igual modo, para dar uma volta pelo exterior e ficaram deslumbrados com a dimensão da barragem.
Esta visita de estudo foi uma forma divertida de aprender imensas coisas sobre a produção de energia.
Turma CEF A
VISITA DE ESTUDO 9º ANO
No dia 20 de Fevereiro, o 9º ano realizou uma visita de estudo à Sinagoga e ao Museu dos Transportes, ambos no Porto.Durante a manhã estiveram presentes na Sinagoga, onde um guia lhes explicou e forneceu informações sobre os Judeus.
Na parte da tarde, a visita decorreu no Museu dos Transportes. Aí, os alunos puderam fazer várias oficinas, como por exemplo, a da rádio e da televisão. De seguida, viram o desenvolvimento da comunicação. Viram várias casas de diferentes anos e os meios de comunicação nelas usadas.
Por fim, viram a evolução do automóvel, desde os primeiros carros, até aos mais actuais. Enquanto visualizavam a evolução do transporte, os alunos simularam uma situação em que um pneu furou e aprenderam como se deve proceder, nessa situação, de acordo com o código da estrada.
A AMIZADE
A escola poderá ser a grande promotora da amizade e da comunhão, enquanto comunidade aberta e preocupada às problemáticas dos jovens, da sua integração e do seu desenvolvimento como pessoas receptivas, abertas à novidade, críticas e livres. No entanto, a família é a primeira escola para as crianças e jovens e dela têm necessidade as sociedades civil e eclesial.
“O amor dos pais de fonte torna-se alma e, portanto, norma, que inspira e guia toda a acção educativa concreta, enriquecendo-a com aqueles valores de docilidade, constância, bondade, serviço, desinteresse, espírito de sacrifício, que são o fruto mais precioso do amor” (F.C. 36).
Crescendo num ambiente libertador, os jovens formam-se e crescem nos valores essenciais ao relacionamento e à vida interior. Crescem como homens capazes de dar e receber tranquilamente a amizade à sua volta.
Para tal é fundamental crescer:
· na liberdade diante dos bens materiais adoptando um estilo de vida simples e austero, convencidos de que o “Homem vale mais pelo que é do que pelo que tem” (G.S. 35);
· num sentido verdadeiro de justiça que por si leva ao respeito pela dignidade pessoal de cada um, ultrapassando os dogmas entre os diversos individualismos e egoísmos;
· no verdadeiro amor, como solicitude sincera e serviço desinteressado para com os outros;
· na sociabilidade, procurando os jovens, irmãos e irmãs, encontrar no seu ambiente familiar a imagem do que quererão ser no futuro e vão sendo já no presente. O amor entre marido e mulher, a comunhão e participação na vida quotidiana, na vida de casa, os momentos de alegria e dificuldade partilhados, representam a mais completa e eficaz pedagogia para a inserção activa e responsável dos jovens no mais amplo horizonte da sociedade;
· na sexualidade procurando fugir à banalização a que foi posta e encontrando o seu verdadeiro sentido integrado no amor e na realização global da pessoa;
· na verdadeira amizade que passa também por um diálogo construtor, uma verdade inspiradora de confiança e fonte de comunicação, uma humildade sedutora que faz cada um ser igual a si próprio e encantados para o outro.
Uma boa família, como bom espaço de comunhão, gera naturalmente elementos de comunhão, pessoas de diálogo, jovens que cultivam o sentido do outro e o valor da amizade. Famílias onde impera o egoísmo e cada um é uma ilha perdida, geram pessoas insatisfeitas, voltadas para si, tentando viver sós porque sós tiveram que crescer.
Ajudemos os nossos alunos a viver. A ser elos da cadeia de amor que vitaliza a vida humana. A estar com os outros e a construir com eles. A ser espaços de encontro na comunhão querida pelo nosso Deus.
ALFREDO MENDES DE VASCONCELOS,
PROFESSOR DE E.M.R.C.
“O amor dos pais de fonte torna-se alma e, portanto, norma, que inspira e guia toda a acção educativa concreta, enriquecendo-a com aqueles valores de docilidade, constância, bondade, serviço, desinteresse, espírito de sacrifício, que são o fruto mais precioso do amor” (F.C. 36).
Crescendo num ambiente libertador, os jovens formam-se e crescem nos valores essenciais ao relacionamento e à vida interior. Crescem como homens capazes de dar e receber tranquilamente a amizade à sua volta.
Para tal é fundamental crescer:
· na liberdade diante dos bens materiais adoptando um estilo de vida simples e austero, convencidos de que o “Homem vale mais pelo que é do que pelo que tem” (G.S. 35);
· num sentido verdadeiro de justiça que por si leva ao respeito pela dignidade pessoal de cada um, ultrapassando os dogmas entre os diversos individualismos e egoísmos;
· no verdadeiro amor, como solicitude sincera e serviço desinteressado para com os outros;
· na sociabilidade, procurando os jovens, irmãos e irmãs, encontrar no seu ambiente familiar a imagem do que quererão ser no futuro e vão sendo já no presente. O amor entre marido e mulher, a comunhão e participação na vida quotidiana, na vida de casa, os momentos de alegria e dificuldade partilhados, representam a mais completa e eficaz pedagogia para a inserção activa e responsável dos jovens no mais amplo horizonte da sociedade;
· na sexualidade procurando fugir à banalização a que foi posta e encontrando o seu verdadeiro sentido integrado no amor e na realização global da pessoa;
· na verdadeira amizade que passa também por um diálogo construtor, uma verdade inspiradora de confiança e fonte de comunicação, uma humildade sedutora que faz cada um ser igual a si próprio e encantados para o outro.
Uma boa família, como bom espaço de comunhão, gera naturalmente elementos de comunhão, pessoas de diálogo, jovens que cultivam o sentido do outro e o valor da amizade. Famílias onde impera o egoísmo e cada um é uma ilha perdida, geram pessoas insatisfeitas, voltadas para si, tentando viver sós porque sós tiveram que crescer.
Ajudemos os nossos alunos a viver. A ser elos da cadeia de amor que vitaliza a vida humana. A estar com os outros e a construir com eles. A ser espaços de encontro na comunhão querida pelo nosso Deus.
ALFREDO MENDES DE VASCONCELOS,
PROFESSOR DE E.M.R.C.
LUA E ÍNDIA EM CONFRONTO

Um dia, reuniram-se Vasco da Gama e Neil Armstrong para debater qual das viagens tinha sido a mais importante para a Humanidade.
Estes famosos “descobridores” deram uma entrevista para o Jornal Escolar, o “Corguinhas”.
Estes famosos “descobridores” deram uma entrevista para o Jornal Escolar, o “Corguinhas”.
Corguinhas: Boa tarde. Estamos aqui para fazer uma entrevista com o objectivo de esclarecer os nossos leitores sobre qual das viagens foi mais relevante para o Homem, o alcance do outro lado do Hemisfério por mar ou a chegada do homem à Lua?
Corguinhas: Vasco da Gama, como recorda a sua viagem até à Índia?
Vasco da Gama: Para mim, foi um grande desafio alcançar, por mar, a terra das especiarias; este foi, sem dúvida, um feito difícil e inédito, visto que nenhum povo antes teve coragem para o fazer.
Corguinhas: E você Neil, como teve a coragem de aceitar o desafio de ir à Lua e sair fora do nosso planeta?
Neil Armstrong: Bem, desafios foi sempre aquilo que me fez respirar e sempre foi um grande sonho meu fazer aquilo que os outros consideram impossível!!!
Corguinhas: Agora, queria saber quais os transportes que utilizaram para fazerem as vossas duras viagens.
Vasco da Gama: A minha armada era constituída por quatro embarcações: a S.Gabriel, a S. Rafael, a Bérrio e a S. Miguel e levava comigo cerca de cento e setenta homens.
Neil Armstrong: Eu realizei a missão Apólo 11, a bordo seguiam três pessoas e no dia 20 de Julho de 1969 pisei a Lua.
Corguinhas: Ambos pensam que a sua viagem foi importante para a Humanidade. Podem-nos explicar porquê?
Vasco da Gama: Penso que a viagem que realizei abriu novos horizontes ao Mundo; nós, portugueses passámos por mares desconhecidos, contactámos com povos de culturas diferentes e tentámos implantar no Oriente a nossa cultura, o nosso modo de vida…Resumindo, enfrentámos o mar e todos os seus perigos para enaltecer a Nação.
Neil Armstrong: A viagem interespacial que fiz serviu para demonstrar que a inteligência do Homem não tem limites, o Homem quer, sonha, realiza e o Mundo avança.
Corguinhas: Obrigado pelo tempo que disponibilizam. Até uma próxima.
Entrevista elaborada por:Kati Ferreira nº10
Marta Maltez nº 16 9ºD
A ORIGEM DO DIA DO PAI
O Dia do Pai celebra-se a 19 de Março. Esta é a data escolhida porque este é o dia de S. José, o pai de Jesus. Assim faz-se uma homenagem especial a todos os pais do mundo.
S. José, marido de Maria, era carpinteiro e vivia na cidade de Nazaré, na Galileia. Era um bom homem e aceitou ser o pai de Jesus. O culto de São José começou no século IX.
Não se sabe ao certo em que data José nasceu ou morreu, mas o papa Gregório XV, em 1621, referiu a data de 19 de Março como a da sua morte.
E assim ficou a ser o seu dia!
S. José tornou-se também o santo padroeiro (protector) dos carpinteiros, pela profissão que tinha.
O nome José vem do hebreu (Youssef) e significa "que Deus acrescente".
Joana Mota nº8 7ºE
Sara Castro nº19 7ºE
S. José, marido de Maria, era carpinteiro e vivia na cidade de Nazaré, na Galileia. Era um bom homem e aceitou ser o pai de Jesus. O culto de São José começou no século IX.
Não se sabe ao certo em que data José nasceu ou morreu, mas o papa Gregório XV, em 1621, referiu a data de 19 de Março como a da sua morte.
E assim ficou a ser o seu dia!
S. José tornou-se também o santo padroeiro (protector) dos carpinteiros, pela profissão que tinha.
O nome José vem do hebreu (Youssef) e significa "que Deus acrescente".
Joana Mota nº8 7ºE
Sara Castro nº19 7ºE
HISTÓRIA DO PAI

Num tempo sem tempo, num qualquer país, havia um rapazinho que vivia sozinho com o seu pai em grande harmonia.
O tempo foi passando e, naturalmente, o pai foi envelhecendo tornando-se mais dependente do filho. Quando o rapaz completou 18 anos, vendo que o pai já estava a ficar velho demais, decidiu levá-lo para um lar, longe de sua casa.
Então, certo dia, dizendo a seu pai que ia levá-lo a passear, levou-o até ao lar, sem nunca lhe dizer quais as suas intenções.
Quando deixou o pai, que não conseguia perceber o que se estava a passar, o rapaz voltou costas e ignorou-o quando este o começou a chamar. À medida que se afastava, começou a relembrar todos os bons momentos que passara com o pai e todos os ensinamentos que este lhe tinha transmitido. Então, voltou a cabeça e olhando para o seu pai, vendo tanta tristeza e lágrimas no seu rosto, pegou-lhe na mão e trouxe-o de volta para casa. Percebeu então que, tal como o seu pai havia cuidado de si quando era pequeno, também ele deveria agora ocupar-se de quem lhe dera tanto amor, carinho e atenção.
P aciente e compreensivo
A moroso, carinhoso e
I ncondicionalmente adorado. Sílvia Maltez,nº20 7ºE
O tempo foi passando e, naturalmente, o pai foi envelhecendo tornando-se mais dependente do filho. Quando o rapaz completou 18 anos, vendo que o pai já estava a ficar velho demais, decidiu levá-lo para um lar, longe de sua casa.
Então, certo dia, dizendo a seu pai que ia levá-lo a passear, levou-o até ao lar, sem nunca lhe dizer quais as suas intenções.
Quando deixou o pai, que não conseguia perceber o que se estava a passar, o rapaz voltou costas e ignorou-o quando este o começou a chamar. À medida que se afastava, começou a relembrar todos os bons momentos que passara com o pai e todos os ensinamentos que este lhe tinha transmitido. Então, voltou a cabeça e olhando para o seu pai, vendo tanta tristeza e lágrimas no seu rosto, pegou-lhe na mão e trouxe-o de volta para casa. Percebeu então que, tal como o seu pai havia cuidado de si quando era pequeno, também ele deveria agora ocupar-se de quem lhe dera tanto amor, carinho e atenção.
P aciente e compreensivo
A moroso, carinhoso e
I ncondicionalmente adorado. Sílvia Maltez,nº20 7ºE
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