domingo, 14 de junho de 2009

BOAS FÉRIAS


Agora que o ano lectivo está a terminar, as docentes responsáveis pelo Clube de Jornalismo querem agradecer a todos os alunos e professores que se empenharam na realização de trabalhos e na divulgação das actividades realizadas nesta escola.

A todos o nosso muito obrigado!

Aproveitamos a oportunidade para desejar a toda a comunidade educativa umas óptimas férias.

Até ao próximo ano lectivo!




As responsáveis pelo Clube de Jornalismo: Ana Isabel Santos e Ana Paula Couto

OS ROSTOS DO CLUBE

O Clube de Jornalismo teve a participação de vários alunos. Eis os seus restos e as suas opiniões!








VII ENCONTRO/CONVÍVIO DE ALUNOS DE E.M.R.C.,

No passado dia vinte e nove de Maio de dois mil e nove realizou-se o VII Encontro/Convívio de alunos de E.M.R.C., da Diocese do Porto, no qual participou a nossa Escola, com noventa alunos, todos eles pertencentes ao oitavo ano da escolaridade. O professor Alfredo Vasconcelos foi o responsável pela actividade e contou com a colaboração dos professores Raúl Bastos, Denise Ramos, Marta Marques, Maria do Céu Brandão e Jorge Mesquita.
Os alunos partiram da Escola às oito horas e trinta minutos e chegaram ao Parque da Cidade por volta das nove horas e trinta minutos. O dia foi preenchido com diversas actividades, logo após à apresentação de cada escola, junto do palco. A saber: provas de dança; concurso de bandeiras; concerto musical; palestra do Senhor Bispo do Porto D. Manuel Clemente e outras actividades no palco e no parque. Finalmente, os alunos chegaram à Escola por volta das dezassete horas.
Este encontro/convívio teve como objectivo fundamental promover os valores da amizade, do convívio, da fraternidade e da partilha. Penso que foram plenamente atingidos, graças ao civismo e à responsabilidade dos nossos alunos. Estes revelaram um comportamento digno de louvor, uma pontualidade francamente positiva, o que só pode deixar os professores e a própria Escola orgulhosos deles. Daí que, a avaliação, que os professores de E.M.R.C. fizeram da visita, foi bastante positiva, já que, deu para observar que muitos dos valores propostos pela disciplina foram evidenciados pelos nossos jovens. Num tempo, em que se têm tecido tantas críticas aos mesmos, será bom reconhecer que existem neles valores que nos devem deixar esperançados em relação ao futuro.
A grande multidão, que compôs e embelezou ainda mais o já de si belo Parque da Cidade, era constituída por cerca de quinze mil jovens de toda a Diocese do Porto que, como já disse, fizeram daquele dia uma ocasião única de salutar convívio e de lazer.
O aspecto negativo que poderemos registar e que, até nem foi por culpa dos alunos da nossa escola, já que, estes recolheram todos os resíduos sólidos que foram abandonando ao longo do dia, foi o da grande quantidade de lixo que cobria o Parque da Cidade. Não existiam condições no Parque, para a recolha do mesmo.
Ao contrário do que sucedeu em anos anteriores, as condições de segurança e a proibição da saída dos alunos do Parque não se fizeram sentir. Felizmente, os alunos da nossa Escola tiveram um comportamento exemplar, no entanto, verificamos que, discentes de outras escolas saiam quando queriam, sem obstáculos, na presença da Polícia de Segurança Pública. Isto não poderá voltar a acontecer, por ser uma situação que é impossível, aos professores, controlar. Ainda bem que tudo correu da melhor forma.

O Representante de E. M. R. C.
Alfredo Vasconcelos

terça-feira, 2 de junho de 2009

UMA HISTÓRIA DE VIDA

Eu, Daniel Filipe Moreira de Paiva, tenho 15 anos e nasci a 23 de Novembro de 1993, no Hospital de Oleiros, pelas 18h:00m.
Sou natural de Lourosa, mas vivo em Guisande.
Quando eu era ainda muito pequeno e morava em Lourosa, perto da minha avó, comecei a ficar doente, mas ninguém conseguia descobrir a razão para tal, nem os médicos, nem a minha mãe. Como não melhorava, levaram-me ao hospital de Santa Maria da Feira. De lá, fui transferido para o hospital de Gaia onde fui examinado e fui encaminhado para o IPO. Foi então que os meus pais foram informados do meu problema: eu tinha um tumor entre os pulmões e o coração e tinha de ser operado com urgência. Apesar do desespero dos meus progenitores, eles foram ainda confrontados com um brutal dilema: se eu não fosse operado, podia morrer, mas, se fosse operado, podia ficar paralítico da cinta para baixo. Acabaram por optar pela operação.
Um dia antes de ser operado, a minha mãe e a minha avó foram rezar para que tudo corresse bem. No dia seguinte, com a minha mãe a reconfortar-me, fui levado para a sala de operação.
A operação à coluna durou oito horas e tudo indicava que tinha corrido bem. Acordei com a presença dos meus pais e da minha avó. Estava cheio de ligaduras e doía-me as costas.
No entanto, a minha história não fica por aqui. Passado algum tempo, tive que ser operado aos pulmões, porque não conseguia respirar. Foi então que me colocaram um tubo nas costas para sair a matéria. Porém, um dia, quando um enfermeiro estava a fazer-me o curativo, cortou-me o tubo por lapso e eu tive de ser operado novamente. Infelizmente, esta operação não correu muito bem: deixei de caminhar e os médicos «deslocaram-me» a coluna. Pensaram que, com um colete, as coisas iriam resolver-se, mas não.
Além disso, fiquei careca por causa dos tratamentos.
Estive mais ou menos um ano internado sem ir a casa. A minha mãe só ia casa ao fim de semana e, quando isso acontecia, eu ficava com a minha avó. Depois, tive que fazer fisioterapia, queria voltar a caminhar custe que custasse! Assim consegui, fiz o tratamento e voltei a andar.Neste período, enquanto estava internado, fiz amigos com quem brincava. É claro que quando algum ia embora, eu ficava triste por não poder ir também. Todas as manhãs, ia para a janela ver os autocarros e ver quando o meu pai chegava. Acabei por passar o meu aniversário e o Natal no hospital. Por fim, chegou a hora de me ir embora, tinha eu já três anos.
A partir daqui, a minha vida decorreu na «normalidade», isto é, andei na escola, fiz grandes amizades e sofri o desgosto da reprovação no sétimo ano de escolaridade.
No final do oitavo ano, decidi ir para um curso. Aqui, conheci pessoas com quem me dou bem, como por exemplo, o Diogo, o Marco, o Calçada, entre outros. Sou tratado amistosamente por King.
Quando o curso acabar, vou ter saudades dos meus grandes amigos.
Não é por ter tido os problemas que tive que sou diferente, eu sou igual aos outros miúdos da minha idade, sou muito feliz e tenho orgulho em ser como sou.


Daniel Paiva - CEF C

SEMANA DAS LÍNGUAS

Durante a Semana das Línguas, de 11 a 15 de Maio, foram desenvolvidas várias actividades.
Na Segunda-feira, o dia da Música, foram cantados os hinos inglês, francês e português, as turmas de 7º e 8º anos apresentaram várias interpretações de canções e sonoridades das línguas envolvidas na actividade e teve lugar o karaoke. Nesta última actividade, os alunos aderiram em massa! Foi um sucesso!
Na Terça-feira, foi o dia do Teatro e foram apresentados vários sketchs. Temos grandes talentos na escola!
Na Quarta-feira, foi o dia dedicado à Gastronomia. No átrio da escola, foram montadas três barracas para venda de produtos típicos dos três países: Portugal, França e Inglaterra.
Na Quinta-feira, realizou-se um desfile. Os alunos representaram e caracterizaram personalidades históricas ou actuais das culturas e civilização francesa, inglesa e portuguesa.
Na Sexta-feira, foi o dia do cinema e foi feita a projecção de filmes na Biblioteca: O Pátio das Cantigas, A Turma e dois episódios de Fawlty Towers.
A Semana das Línguas, na nossa opinião, foi uma semana bastante divertida e cheia de alegria.
Ana, Vanessa, Cristiana e Vera – 7ºC