domingo, 31 de maio de 2009

OS PREPARATIVOS QUE ANTECEDERAM O DESFILE DA SEMANA DAS LÍNGUAS

Assim que surgiu a possibilidade de se realizar um desfile, os alunos ficaram logo entusiasmados e acharam uma óptima ideia.
Primeiro, foi feita a distribuição de personagens históricas e culturais de cada língua por cada um dos alunos, para que estes começassem a tratar da parte do vestuário. Alguns alunos não desfilaram, mas participaram no desfile, visto que ficou a seu cargo a apresentação e a ajuda na sua organização.
Depois de distribuídas as tarefas e definidos os objectivos a cumprir, os alunos começaram a viver um clima de ânsia e nervosismo, pois o dia do desfile aproximava-se, e os alunos queriam dar o seu melhor e não queriam que nada corresse mal.
Eu, no meu ponto de vista de aluna, penso que este clima também foi vivido pelos professores, visto que tinham sobre eles a responsabilidade do desfile dar certo.
A última semana que antecedeu o desfile, foi uma autêntica corrida aos guarda-roupas, à procura da roupa ideal para a personagem ideal que se iria interpretar. Havia uma agitação por parte dos alunos e professores para que o desfile fosse preparado com o máximo de rigor, precisão e pormenor.
Pouco tempo antes do desfile, as roupas já não eram o problema, agora os únicos problemas, eram mesmo os penteados, maquilhagem e também a utilização de alguns acessórios que fizessem os alunos parecerem-se mais com as personagens interpretadas.
Foi com muito nervosismo que descemos a longa escadaria do átrio, mas foi com grande satisfação que participámos nesta actividade. Penso que foi uma bela despedida para os alunos de 9º ano!
Foi um sucesso!
A todas as professoras de Línguas o nosso muito obrigado!

Carina, Cláudia, Cátia, Diana e Sílvia – 9ºA




VISITA DE ESTUDO A SINTRA

No dia 8 de Maio de 2009, os alunos dos 8º, 10º, e 11ºanos foram a uma visita de estudo a Sintra e Queluz.
Estes alunos saíram da escola por volta da 6:15 e chegaram por às 20:30.
Após quatro horas de viagem com grande animação, chegaram a Sintra por volta das 10:15horas.
Após a chegada a Sintra, foram ao Palácio Nacional, onde se separam em 2 grupos. Os guias foram os professores de História.
No final da visita ao palácio, os alunos tiveram algum tempo para almoçar, tiveram tempo para comprar lembranças e conhecer a zona que era muito bonita.
De seguida, partiram para Queluz, onde ivisitaram o Palácio Nacional acompanhados por uma guia. Durante a visita a este Palácio, os alunos tiveram algumas surpresas, como ouvir um mini concerto com música da época, um baile, e alguns alunos da nossa escola, devidamente caracterizados, representaram cenas típicas da época.
No regresso, visitaram Óbidos, onde aproveitaram para lanchar e percorrer a vila no interior da muralha. Foi muito divertido calcorrear as ruelas da vila de Óbidos e visitar as suas inúmeras lojas recheadas de artesanato.

Vanda, Mariana e Cátia – 8ºB

GNR NA ESCOLA

No passado dia 6 de Maio, no âmbito do Projecto de Segurança, a GNR veio à nossa escola fazer uma demonstração com cães e cavalos.
Na primeira parte da demonstração, os cavalos entraram, circularam pelo recinto e deram alguns passos de dança. Alguns alunos e professores aproveitaram a oportunidade para montar.
Na segunda parte, os agentes trouxeram cães lindíssimos e com um pêlo maravilhoso – um pastor alemão, um labrador golden e um roteveiller – que causaram grande entusiasmo nos assistentes. Com os cães, os agentes fizeram várias demonstrações de obediência e simularam a detecção de estupefacientes em várias caixas distribuídas pelo recinto. Além disso, deram explicações acerca da forma como estes animais são treinados.
Foi uma pena os agentes não terem trazido os fatos de protecção para os cães simularem um ataque!
Este momento foi muito agradável e gostaríamos que esta experiência se repetisse.


Ruben e Ricardo – 6ºB

OS LUSÍADAS DE CALÇÕES

No passado dia 23 de Abril, os alunos dos 8º e 9º anos da nossa escola tiveram a oportunidade de se deslocarem, na companhia dos professores do Departamento de Línguas e do Presidente do Conselho Executivo, até Matosinhos para assistirem a uma representação baseada na obra de Luís Vaz de Camões, “Os Lusíadas”. A peça tinha o nome de “Os Lusíadas de Calções” e, como o próprio nome deixa entender, trata-se de uma peça de carácter cómico.
Inicialmente, quando a representação começou, todos os alunos acharam que a peça iria ser maçadora, mas, em seguida, entraram em palco as típicas figuras portuguesas (camponeses, mas vestidos de maneira especial… com calções da selecção nacional) e a opinião geral mudou!
A peça teve a duração de 2 horas e 30 minutos e o intervalo não tirou o entusiasmo a ninguém. Todos continuaram a divertir-se com os malucos deuses do Olimpo e com as nereidas, alunas da nossa escola que foram escolhidas para subir ao palco. Ninguém conteve o riso e escondeu a emoção.
Esta representação teatral serviu para mostrar aos alunos que “Os Lusíadas” se podem tornar divertidos se lhe dermos um toque mais bem-humorado.
A iniciativa foi bem aceite por parte dos alunos, o que agradou aos professores.
Esperamos, muito sinceramente, que experiências como estas se possam repetir.


Marta Maltez, nº16 – 9ºD

VISITA DE ESTUDO A CONÍMBRIGA E AO MOSTEIRO SANTA CLARA A VELHA

Nos gostámos muito de visitar Conímbriga e o Mosteiro de Santa Clara a Velha.
A viagem correu muito bem. Estávamos todos bastante animados, cantámos, ouvimos música,...
A nossa primeira paragem foi numa estação de serviço onde lanchámos.
Quando chegámos a Conímbriga, andámos a passear nos jardins e vimos um lago que lá havia.
Depois, juntamente com o guia, fomos ver vários sítios. Na primeira sala, vimos as moedas que os romanos usavam, os tesouros, tipos de pedra, materiais de cozinha, entre muitos outros. A seguir, vimos estátuas que representavam os deuses e o imperador, uma maqueta em madeira que representava o Fórum,...
O guia disse-nos que a cidade de Conímbriga foi fundada nos últimos anos a.C. e manteve-se romana até 468 d.C.
Algum tempo depois de ter terminado a visita, fomos almoçar e, depois, fomos para o Mosteiro de Santa Clara a Velha.
Nesse mosteiro, pudemos ver como as freiras Clarissas viviam e os seus túmulos.
Vimos a Sala do Capítulo e apresentaram-nos algumas actividades às quais elas se dedicavam: o ensino, a assistência a peregrinos, mendigos e doentes,...E existiam monges copistas, que copiavam os livros e a Bíblia.
Também nos foi dito que este local estava sujeito a grandes inundações, pois encontrava-se junto ao rio Mondego, o que levou à construção de um novo mosteiro. Quando havia uma inundação, as freiras Clarissas tinham que ir para a parte superior do mosteiro.
Gostámos de ver onde as freiras cozinhavam e comiam, onde lavavam as suas mãos, o pequeno lago e outros pormenores.
Deste sítio dava para ver muito bem a Torre Cabra.
Os guias que nos acompanharam durante a visita foram bastante simpáticos ao esclarecer as nossas dúvidas e ao apresentarem uma visão clara da vida nestes locais.
Nós gostámos muito desta visita e esperámos um dia lá voltar.








Trabalho realizado por: Silvana Santos, Joana Freitas, Salomé Oliveira - 7ºC

SABES PORQUE É QUE HOJE CELEBRAMOS O DIA DA MÃE?


O Dia da Mãe, tal como o conhecemos hoje, surgiu nos Estados Unidos através de Anna Jarvis.
Em 1904, quando a sua mãe morreu, a Sra. Jarvis decidiu homenagear a sua mãe, chamando a atenção na igreja de Grafton para um dia especialmente dedicado a todas as mães.
Três anos depois, a 10 de Maio de 1907, foi celebrado o primeiro Dia da Mãe, na igreja de Grafton, reunindo praticamente a família e os amigos. Nessa ocasião, a senhora Jarvis enviou para a igreja 500 cravos brancos, que deviam ser usados por todos, e que simbolizavam as virtudes da maternidade. Ao longo dos anos, enviou mais de 10 000 cravos para a igreja de Grafton – encarnados para as mães ainda vivas e brancos para as já desaparecidas – e que são hoje considerados mundialmente como símbolos de pureza, força e resistência das mães.
Face à aceitação geral, a Sra. Jarvis e os seus apoiantes começaram a escrever a pessoas influentes como ministros, homens de negócios e políticos com o intuito de estabelecer um Dia da Mãe a nível nacional, o que daria às mães o justo estatuto de suporte da família e da nação.
A campanha foi de tal forma bem sucedida que em 1911 era celebrado em praticamente todos os estados o Dia da Mãe. Em 1914, o Presidente Woodrowp Wilson declarou oficialmente e a nível nacional o 2º Domingo de Maio como o Dia da Mãe.
Apesar de ter passado quase um século, o amor que foi oficialmente reconhecido em 1907 é o mesmo amor que é celebrado hoje e, à nossa maneira, podemos fazer deste um dia muito especial.
E é o que fazem praticamente todos os países, apesar de cada um escolher diferentes datas ao longo do ano para homenagear aquela que nos põe no mundo.
Em Portugal, este dia já foi comemorado a 8 de Dezembro (Dia da Nossa Senhora da Conceição – Padroeira de Portugal), mas actualmente é celebrado no primeiro domingo de Maio, em homenagem a Maria, mãe de Cristo.

6ºE

DIA DA MÃE


Neste dia da mãe, queria dizer-te que gosto muito de ti.
Mas também muitas outras coisas
Como por exemplo:
Pedir-te desculpa pelas palavras duras que te disse,
pelas mágoas negras que te causei,
por todas as coisas más que te fiz.
Desculpa-me Mãe



Definir-te mãe é muito difícil.
É uma tarefa muito custosa.
És simplesmente meiga, linda , fantástica,
bonita, inteligente e maravilhosa.


Marivilhosa
Amiga
Encantadora


Trabalho realizado por: Salomé Oliveira, Silvana Santos e Bruna Fonseca - 7ºC

1º DE MAIO - DIA DO TRABALHADOR


No dia 1º de Maio de 1886, milhares de trabalhadores saíram às ruas de Chicago, nos Estados Unidos, em manifestação pacífica, exigindo a redução do número de horas de trabalho. A polícia proibiu a manifestação, espalhando a concentração, depois de ferir e matar dezenas de operários.
Mas os trabalhadores não se deixaram intimidar. Todos os trabalhadores achavam que eram demasiadas as horas diárias de trabalho, por isso, no dia 5 de Maio de 1886, quatro dias depois da manifestação em Chicago, os operários voltaram às ruas e foram novamente agredidos.

Em 1889, o Congresso Operário Internacional, reunido em Paris, determinou o 1º de Maio, como Dia Internacional dos Trabalhadores, um dia de luto e de luta. Em 1890, os trabalhadores americanos conquistaram a jornada de trabalho de 8 horas.
120 anos depois das grandes manifestações dos operários de Chicago pela luta das 8 horas de trabalho e da brutal repressão patronal e policial que se abateu sobre os manifestantes, o 1º de Maio continua com todo o seu significado e qualidade.
Em Portugal, segundo declarações do Secretário-geral da UGT ao EXPRESSOEMPREGO.PT, o dia do trabalhador é da maior importância para o movimento sindical e para aqueles que representa, mas também para todos os que defendem uma sociedade mais justa e solidária. Em Portugal é o dia em que afirmamos os valores do sindicalismo e a necessidade do progresso económico e social.
Todos os anos este feriado é comemorado com a realização de algumas actividades.

PRIMEIRA MANIFESTAÇÃO DE DEFESA DOS DIREITOS DOS TRABALHADORES
Chicago, 1886





Pesquisa feita por: Joel Santos, Ruben Tavares e João Alves

A TRADIÇÃO DAS MAIAS

Segundo uma lenda do Alto Minho, Herodes soube que a Sagrada Família, na sua fuga para o Egipto, passaria a noite numa certa aldeia.Para garantir que conseguiria matar o Menino Jesus, Herodes dispunha-se a mandar matar todas as crianças. Perante a possibilidade de uma mortandade tão significativa, Herodes foi informado, que tal poderia ser evitado, bastando para isso, que ele próprio colocasse um ramo de giesta florida na casa onde se encontrava a Sagrada Família, sendo um sinal para que os soldados a procurassem e acontecesse o crime. A proposta foi aceite e Herodes tratou de mandar os seus soldados à procura da tal casa. Qual não foi o espanto dos soldados quando, na manhã seguinte, encontraram todas as casas da aldeia com ramos de giesta florida à porta, não conseguido, assim, matar o Menino Jesus. Talvez resultado desta lenda, hoje em dia, ainda é possível observar em algumas zonas rurais do nosso país, a colocação de ramos de giestas em flor, ou até mesmo coroas feitas de ramos de giestas (maias) conjuntamente com outras flores e enfeites coloridos, nas portas e janelas das casas ou nos automóveis, na noite de 30 de Abril para 1 de Maio.

Trabalho realizado por: Joana Nogueira nº9 7ºC e Bárbara Freitas nº2 7ºF

GRIPE A

A gripe A é uma gripe causada pelas estirpes do vírus da gripe. A transmissão da gripe A de porcos a humanos não é comum e a carne de porco, correctamente cozinhada, não coloca risco de infecção.
Quando o vírus é transmitido, muitas vezes, o único sinal de infecção é a presença de anticorpos no sangue, que podem ser detectados apenas por testes de laboratório.
As pessoas que trabalham com porcos, em especial quem está sujeito a uma exposição intensa, correm o risco de apanhar a gripe A, como agricultores e outros profissionais da área. O vírus da gripe A causa uma doença respiratória altamente contagiosa entre os suínos, sem provocar contudo grande mortalidade. A transmissão entre pessoas e suínos pode ocorrer de forma directa ou indirecta, através das secreções respiratórias, ao contactar ou inalar partículas infectadas. É certo que não há qualquer risco de contaminação através da alimentação de carnes suínas cozinhadas. Cozinhar a carne de porco a 71 graus Celsius mata o vírus da influenza, assim como outros vírus e bactérias.
Em seres humanos, os sintomas de gripe A são semelhantes aos da gripe: arrepios, febre, garganta dorida, dores musculares, dor de cabeça forte, tosse, fraqueza e desconforto. Este tipo de gripe transmite-se facilmente entre os seres humanos e pode ocasionar uma pandemia. Uma pandemia é uma epidemia de doença infecciosa que se espalha entre a população localizada em uma grande região geográfica como, por exemplo, um continente, ou mesmo o planeta.
Actualmente, os países com mais indivíduos infectados são os EUA e o México.


Trabalho realizado por: Miguel, Tiago e Ricardo 7ºC

BARRAGEM DO LINDOSO E CENTRAL TERMOELÉCTRICA DE MORTÁGUA




ANEDOTAS


Iam dois mosquitos de mota. O que estava a conduzir, trava.
O outro pergunta:
- Então, porque é que paraste?
- Entrou-me uma mosca para o olho!

Uma professora:
- Hoje é o dia mundial das boas acções, portanto, o Joãozinho, o Carlinhos e o Zézinho (que eram os alunos mais problemáticos da turma!) vão lá fora praticar uma boa acção e voltam para contar aos colegas o que fizeram, está bem?
Os miúdos saíram e passada quase uma hora voltaram.
- Então Joãozinho, qual foi a boa acção que praticaste?
- Eu ajudei uma velhinha a atravessar a rua!
- Muito bem. E tu Carlinhos?
- Eu também ajudei a velhinha a atravessar a rua!
- Ah sim? E tu Zézinho?
- Pois... Eu também ajudei a velhinha a atravessar a rua!
- O quê? Os três!?!? Então e demoraram tanto tempo porquê???
- Não havia meio de o raio da velha querer atravessar a rua!...


O Joãozinho foi com o seu amigo ao médico e este perguntou-lhe:- O que querem?
Ao que o Joãozinho respondeu:- Doutor, eu engoli um berlinde!- E o seu amigo, o que quer?- Está à espera do berlinde. Era dele!

O pai do Joãozinho ficou apavorado quando este lhe mostrou o registo de avaliação.- No meu tempo, as notas baixas eram punidas com uma boa surra.- Boa pai! Amanhã, que tal apanharmos o professor à saída?

Pesquisa realizada por: Ana Filipa e Sara - 7ºC

25 DE ABRIL