domingo, 1 de março de 2009

VISITA AO MUSEU NACIONAL DA IMPRENSA

No passado dia 30 de Janeiro, um dia particularmente chuvoso, o Clube de Jornalismo, a convite da turma de CEFC, visitou o Museu Nacional da Imprensa, que se situa junto à Ponte do Freixo.
Os alunos puderam visitar várias coisas. No piso inferior, destinado às exposições temporárias, estavam patentes as seguintes exposições: Exposição PortoCartoon, Vitória de Obama na Imprensa Mundial", Eça em Caricatura e uma exposição de jornais escolares. Ainda houve oportunidade para os alunos se divertirem com uns espelhos que distorciam o corpo.
No piso superior, onde se encontra a exposição permanente MEMÓRIAS VIVAS DA IMPRENSA, os alunos realizaram um percurso histórico pelos equipamentos e peças que aí se encontram e puderam manusear alguns deles. Visitaram a exposição de miniaturas tipográficas, composta por cerca de 160 peças, e que mostra a evolução da imprensa, desde Gutenberg até à actualidade.
Apesar do tempo não ter ajudado, foi uma tarde muito agradável e onde se aprenderam inúmeras coisas!
Joel, Valter, Tiago, Ruben Santos e Ruben Tavares

O DIA DOS CREPES

No passado dia 2 de Fevereiro, na nossa escola realizou-se, pela primeira vez, “LA CHANDELEUR” mais conhecido por Dia dos Crepes.
No átrio da nossa escola, foram instaladas três barracas que foram feitas por diversas turmas, com a colaboração do Professor Meireles de Educação Tecnológica. Foram também elaborados motivos alusivos a esta quadra (candeias, velas, panfletos, painel representativo da festa dos crepes) com a colaboração dos alunos e professores do CEFC.
Em todos os intervalos, as turmas da escola, divididas em horários diferentes, deram a saborear a toda a comunidade escolar os crepes que confeccionaram, alguns com chocolate, outros simples, com açúcar, canela, com compota de morango ou especiais, nada faltou!
Este evento foi organizado pelas professoras de Francês: Ana Paula Couto, Conceição Costa, Ana Isabel Santos e Natália Tavares.
Foi um dia muito divertido esperamos que volte a organizar-se no próximo ano!







CURIOSIDADES DA CHANDELEUR

Há várias teorias sobre a origem da tradição dos crepes
Conta-se que o papa Gelásio I distribuía crepes aos peregrinos que chegavam a Roma, mas esta tradição está também associada a um mito muito antigo segundo o qual quem não comes se crepes neste dia, arruinava a sua colheita de trigo nesse ano.
Aliás, existe outro costume antigo associado ao dia dos crepes: o da moeda de ouro. Os camponeses faziam saltar o primeiro crepe com a mão direita, segurando uma moeda de ouro na mão esquerda. Em seguida, a moeda era enrolada no crepe, antes de ser levada em procissão, por toda a família, até ao quarto onde era guardado em cima do guarda-fatos, até ao ano seguinte. Nessa altura, recuperava-se os restos do crepe e a moeda era dada ao primeiro pobre que encontrassem. Ao cumprir este ritual, a família garantia a sua própria prosperidade para todo o ano.
Segundo um ditado popular, o tempo neste dia indica o fim do Inverno: se o dia estiver enublado, a Primavera estará perto. Em contrapartida, se estiver um lindo dia de sol, o Inverno durará mais seis semanas.





MARIANA GUEDES 8ºB
VANDA PINTO 8ºB
CÁTIA OLIVEIRA 8ºB
JOÃO ALVES 7ºC

LA CHANDELEUR


La chandeleur: a festa dos crepes!

O nome da festa:
“La Chandeleur” é uma palavra francesa que vem do latim “festa candelorum”, que quer dizer festa das candeias.
Data da festa:
2 de Fevereiro.
Porquê:
É o dia da apresentação de Jesus ao Templo e da purificação da Virgem. Durante esta celebração inúmeras velas eram benzidas e acesas.
Os pagãos celebravam já a festa, queimando velas que tinham o poder de afastar os maus espíritos e de proteger as casas e campos. Até ao fim do Império Romano, os rituais pagãos foram substituídos por feriados religiosos: foi assim que a festa nasceu.
O crepe:
Na França, é muito típica a confecção de crepes, recheados com açúcar, canela, com chocolate ou todo o tipo de compotas. Sobre os crepes, diz-se que a sua forma e a sua cor evocam o Sol que regressa, finalmente, após uma longa e fria noite de Inverno.
Curiosidades:
Quando se procede à confecção dos crepes é preciso fazê-los saltar, com uma moeda na mão esquerda, pedindo-se um desejo, com a intenção de assegurar prosperidade para todo o ano…

Simão Valente, 7ºE,nº21

VISITA DE ESTUDO AO CENTRO DE INTERPRETAÇÃO GEOLÓGICA DE AROUCA

No âmbito da disciplina de Ciências Naturais realizou-se uma visita de estudo ao Centro de Interpretação Geológica de Arouca, nos dias 13 e 27 de Fevereiro.
Essa visita teve como objectivos: reconhecer a existência de fósseis; conhecer a importância dos fósseis na reconstituição da história da terra; compreender os processos de fossilização; observar de fósseis de Era Paleozóica; sensibilizar os alunos para a importância de preservar o património paleontológico do nosso país.
No dia 13, foram à visita as seguintes turmas: 7ª, 7B, 7C e 7F. No dia 27, foram à visita o 7E e o 7D.
A saída da escola deu-se pelas 13h e a chegada pelas 17:45h.
Quando lá chegaram, em primeiro lugar, as turmas estiveram reunidas perto do museu a ouvir as explicações e recomendações da guia. Só depois se deu início à visita. As turmas foram divididas em dois grupos, uma vez que o museu era de pequenas dimensões.
Depois de todos terem visitado o museu, os alunos, sempre junto da guia, foram visitar a exploração da pedreira onde as pedras são partidas e onde, por vezes, se encontram fósseis. Alguns deles estão hoje expostos no museu.
No fim dessa visita, os alunos continuaram a sua caminhada pedestre, onde a guia, que os acompanhava, ia referindo os pontos mais importantes.
Durante essa caminhada pedestre, vários alunos e professores aproveitaram para procurar fósseis, no meio das inúmeras pedras espalhadas pelo percurso. Alguns deles tiveram sorte, outros nem por isso!
No fim, os alunos e os seus respectivos acompanhantes lancharam e depois fizeram a sua viagem de regresso.
Foi muito divertido e todos aprenderam imenso!
Vanessa, Vera, Cristiana e Ana – 7ºC

TEXTO VENCEDOR DO CONCURSO DE S. VALENTIM PROMOVIDO PELO CLUBE DE JORNALISMO


A Cada Sorriso Teu, um Sorriso Meu


A palavra amor é a palavra mais bonita que se pode expressar e o verdadeiro sentimento de amor é o mais bonito de se sentir.
Assim que olhei para os teus olhos castanhos, para os teus lábios doces e para a tua pele morena, a paixão invadiu todo o meu corpo e fez-me suspirar por ti. Quando te dirigiste a mim, foste o céu, foste uma estrela, conseguiste tocar o meu coração e despertá-lo para o amor. Tornaste-me homem para amar e saber amar, pois saber amar não é apenas estar presente fisicamente para nos beijarmos, amar é dar valor, é saber respeitar, é dar amizade e, acima de tudo, é saber perdoar e saber compreender.
A felicidade completa é a felicidade vivida a dois e, essa felicidade, eu quero partilhá-la contigo. Quero amar, quero ser alguém e tornar-me alguém melhor e só me sentirei vivo, se tu existires em mim.
Vou amar-te, morena, não ontem, não hoje, não amanhã, mas sempre!

Serei, Serás, Seremos

João Gomes n.º 13 11ºA

O RENASCIMENTO NA ARTE

O NASCIMENTO DE VÉNUS

O Vento Oeste – Zéfiro e Clóris voam abraçados, como se fossem um só ser: Zéfiro sopra vigorosamente, enquanto a bela Clóris expira suavemente o hálito quente que empurra Vénus para terra. À volta deles caem rosas, cada uma delas com coração dourado, que, segundo a lenda, foram criados no momento em que Vénus nasceu.
A Concha – Botticelli retrata Vénus quando ela se prepara para entrar em actividade, com uma bela e complexa série de gestos, no momento em que sai da sua gigantesca concha dourada. O que vemos aqui não é exactamente Vénus a nascer das ondas, mas o momento em que, depois de ser trazida pela Concha, ela desembarca em Pofo, Chipre.
A Ninfa – é possível que a ninfa seja uma das três Horas, as deusas gregas das estações, que eram criadas de Vénus. Tanto o seu vestido profusamente decorado, como a capa esplendorosa que estende a Vénus, têm bordados malmequeres vermelhas e brancos, prímulas amarelas e centáureas azuis, tudo flores primaveris adequadas ao tema do nascimento.


MONA LISA uma das pinturas mais conhecidas de Leonardo da Vinci e que está exposta no museu do Louvre, em Paris. Para além do que pensam as pessoas, esta obra é surpreendentemente pequena Sempre lhe chamaram Mona Lisa, ou seja, Madona Lisa di António Maria Gheraedini, mulher de Vereza Francesco del Giocondo que encomendou ao pintor o retrato da sua jovem esposa, em 1503.
Janelas da alma - Leonardo descrevia os olhos como “as janelas do corpo humano, através das quais ele reflecte o seu caminho e se apercebe da beleza do mundo, que faz com que a sua alma se contente com a sua prisão humana”.
O sorriso enigmático- nunca se saberá ao certo, mas as duas paisagens têm algo a ver com ele. A da esquerda tem tendência para fazer com que o olho esquerdo desça, enquanto a da direita parece puxar o olho para cima. Estas sacudidelas visuais encontram-se no centro da Mona Lisa e dão-nos a sensação de um ligeiro movimento aos cantos da boca parecendo que ela está prestes a sorrir.
Contorno esfumado - O traço esfumado do contorno,que se mistura com o misterioso fundo cria uma ambiguidade de atmosfera e dá a ilusão de movimento,o que mostra uma incrível sensação de vida.
Paisagem Rochosa – é uma característica muito apreciada por Leonardo da Vinci, utilizada inúmeras vezes pelo pintor em várias obras. Sentia-se fascinado pelo movimento das águas
Curiosidade – Ausência de sobrancelhas: A explicação mais provável é o artista tê-las pintado como toque final na pintura seca do rosto. Então, quando o quadro foi limpo pela primeira vez, o restaurador utilizou o material errado e as sobrancelhas desapareceram para sempre.

TRABALHO REALIZADO POR: Daniela nº7; Fabiana nº13; Magda nº18 e Sara nº24 - 9ºC

INÊS DE CASTRO




























PARTIDA DE BELÉM

“OS LUSÍADAS”…
No meio de muitas pessoas, destaca-se a figura de uma mãe e de uma esposa, que, transmitindo a dor de todas as outras, revelam a sua tristeza pela incerteza do regresso dos seus familiares.
A partida fez-se na praia de Belém.


























VASCO DA GAMA


Vasco da Gama era um navegador português. Nasceu em 1468, em Sines, acabando por falecer em Cochim a 24 de Dezembro de 1524. Era filho ilegítimo de D. Estêvão da Gama e de Isabel Sodré e irmão de Paulo da Gama. Respeitado como navegador experiente, por ter participado em diversas operações navais nas costas de Portugal e de Marrocos, foi o homem escolhido por D. Manuel I que lhe confiou o comando de uma frota que viria a estabelecer o caminho marítimo para a Índia. Em 8 de Julho de 1497, largou como comandante da frota do Restelo, que era composta de quatro pequenos navios: S. Gabriel (comandado por Vasco da Gama), S. Rafael (comandado pelo seu irmão Paulo da Gama), Bérrio e S. Miguel (este último não passou da baía de S. Brás, onde foi queimado). A possibilidade de seguir esta rota marítima tinha já sido antevista, após Bartolomeu Dias, na sua viagem de 1486, ter ultrapassado o cabo da Boa Esperança. Foi nesta aventura que, Luís de Camões, se inspirou para escrever “Os Lusíadas”, o maior poema épico da língua portuguesa.

Trabalho realizado por: Diana Lopes, Andrea, Michael Silva e Eduardo - 9º C

SABES QUEM SOU?

Sou um famoso poeta português. As informações sobre a minha biografia são relativamente escassas e pouco seguras. A própria data do meu nascimento (entre 1517 e 1525), assim como o local, são incertos. A minha família tem ascendência galega, embora me tenha fixado em Portugal.
Estudei em Coimbra. Servi como soldado em Ceuta, por volta de 1549-1551, aí perdi um olho. Em 1552, de regresso a Lisboa, estive preso durante oito meses por ter ferido, numa rixa, Gonçalo Borges, um funcionário da corte. Nesse mesmo ano, segui para a Índia. Nos anos seguintes, servi no Oriente, ora como soldado, ora como funcionário, e estive mesmo em território chinês, onde exerci o cargo de Provedor dos Defuntos e Ausentes, a partir de 1558. Em 1560, estava de novo em Goa, convivendo com algumas das figuras importantes do tempo. Regressei a Portugal, onde desembarquei em 1570. Dois anos depois, D. Sebastião concedeu-me uma tença, recompensando os meus serviços no Oriente, entretanto publiquei o meu poema épico, Os Lusíadas. Morri a 10 de Junho de 1580, na miséria.
Os Lusíadas vieram a ser considerados o meu grande poema épico nacional. Toda a minha obra, de resto, influenciou a posterior literatura portuguesa, de forma particular durante o Romantismo, criando muitos mitos ligados à minha vida, mas também noutras épocas, inclusivamente a actual.


Cristiana nº5, Micael Rocha nº 19, Patrícia nº 21, Rui Alves nº 22 - 9º C

UMA OPÇÃO A TOMAR



Este ano, os alunos do 9ºano têm que tomar uma decisão: seguir para o ensino secundário ou ficar apenas com o ensino obrigatório, ou seja, o 9ºano.
Contudo, hoje em dia, ficar apenas com o 9ºano não é a melhor opção, uma vez que o mercado de trabalho não está actualmente facilitado e, como a maioria de nós acabará o ensino obrigatório com menos de 16 anos, não podemos por lei começar a trabalhar. Embora muitos de nós não quiséssemos frequentar mais três anos de escola, vemo-nos, por assim dizer, obrigados. No entanto, aqueles alunos que não se sentem tão motivados para o prosseguimento de estudos têm, actualmente, uma segunda opção, que é seguir um curso técnico-profissional que lhes possibilita, para além da habilitação académica do 12ºano, uma preparação para o mundo do trabalho.
Mas, pior que tomar essa decisão, é termos que escolher também a escola para onde ir, visto que a nossa escola não nos oferece muitas opções e, portanto, a mudança de escola é outra das coisas que temos de enfrentar. Não conseguimos deixar de ter a sensação que vamos perder os amigos que, por vezes, foram difíceis de fazer. Às vezes, é o mais difícil: ter que recomeçar as amizades do zero. Claro que não perderemos totalmente o contacto, porque hoje em dia há os telemóveis, a internet, mas nunca é a mesma coisa, porque estávamos habituados a estar todos os dias com eles.
Mas será que tudo valerá a pena? Para alguns será a concretização de um sonho, para outros, uma obrigação e, talvez, uma desilusão para outros.
Esperemos que não seja assim e que tudo corra pelo melhor.

Marta Maltez 9ºD

S. VALENTIM



A lenda de São Valentim

No séc. III da Era Cristã , durante a governação do imperador Cláudio II, este, com o objectivo de formar um grande e poderoso exército, proibiu a realização de casamentos. Claúdio acreditava que os jovens se não tivessem família, se alistariam com maior facilidade no exército.
Porém, um padre romano continuou a celebrar casamentos, mesmo com a proibição do imperador, pois considerava esta medida injusta. O seu nome era Valentim e as cerimónias eram realizadas em segredo. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens atiravam flores e bilhetes, para a sua cela, dizendo que ainda acreditavam no amor. Entre as pessoas que escreveram mensagens ao bispo, encontrava-se uma jovem cega chamada Assíria e que era filha do carcereiro. Esta conseguiu a permissão do pai para visitar Valentim. Os dois apaixonaram-se e ela, milagrosamente, recuperou a visão. O bispo chegou a escrever uma carta de amor para a jovem com a seguinte assinatura: “de seu Valentim”, expressão ainda hoje é utilizada. Valentim foi decapitado em 14 de Fevereiro de 270 d.C.


O que é o Dia dos Namorados?
O Dia dos Namorados, tratado em muitos países como Dia de São Valentim, é uma data na qual se celebra o amor entre casais. É comum a troca de cartões com mensagens românticas e presentes com simbolismo, tais como as tradicionais caixas de bombons em formato de coração e os ramos de flores!
Mas hoje em dia, com as novas tecnologias, não podemos esquecer os SMS e os e-mail!




Quem é Cupido?

Quando se fala de amor é inevitável falar-se de Cupido.
Cupido é um ser com asas, de aparência infantil e que lança flechas directas aos corações das pessoas que passam. Estas, ao serem atingidas, ficam perdidamente apaixonadas!

A sua história remonta à Antiguidade Clássica e às mitologias Grega e Romana.
Para os gregos, o seu nome é Eros, o jovem filho de Ares, o deus da guerra, e de Afrodite, a deusa do amor e da beleza. É descrito como «o mais belo dos deuses» por despertar o amor nos mortais, com o seu arco e flechas.
Na Roma Antiga por seu lado, era conhecido como Cupido, tal como lhe chamamos hoje. Os romanos acreditavam que Cupido era filho de Vénus, a deusa da beleza e do amor, e do mensageiro alado dos deuses, Mercúrio.


Trabalho de pesquisa realizado por: Bruna Fonseca, Joana Nogueira, Salomé Oliveira, Sara Correia, Silvana Santos - 7ºC

QUADRAS DE S. VALENTIM

Com uma pena de pavão
Fiz uma chave-inglesa
Para abrir o teu coração
Com toda a delicadeza


Não te mando violetas
Porque não tenho jardim
Mas apenas estas letras
Para que gostes de mim

Atrás do Sol anda a Lua
Atrás da Lua o Luar
Atrás de ti um rapaz
Que contigo quer namorar

Os olhos do meu amor
São duas azeitonazinhas
Fechados são dois botões,
Abertos duas rosinhas









Pesquisa de Sílvia Maltez nº20 7ºE

CARNAVAL

Como se comemora o Carnaval?



O Carnaval é conhecido como uma quadra em que as pessoas se mascaram e convivem num clima de alegria.
Os Carnavais mais importantes no mundo são os do Brasil e Itália. Em Portugal, que tem uma grande tradição carnavalesca, os mais importantes são os de Ovar, Loulé, Sesimbra, Madeira, Torres Vedras e Sines.




























O que se come no Carnaval?

Muitas pessoas pensam que não se come nada de especial, no Carnaval, mas isso não e verdade!
Neste dia, normalmente, come-se o cozido à portuguesa, ou outros pratos onde entram vários tipos de carnes, pois a partir desse dia não se pode comer este alimento devido ao tempo de Quaresma e jejum...










Como é que as pessoas vão fantasiadas no Carnaval?

Em Portugal, existe uma grande variedade de fantasias. Cada um mascara-se como bem entende, usando os mais variados disfarces e adereços.










Conclusão:
O Carnaval é uma quadra muito engraçada, pois as pessoas convivem e divertem-se. É o único período do ano em que como “é Carnaval ninguém leva a mal”. Será?


Bárbara, Miguel e Ricardo 7º ano

CARNAVAL


O Carnaval é uma festa popular, realizada anualmente nos três dias que antecedem a Quarta-feira de cinzas.
O Carnaval reveste-se de características próprias segundo o lugar em que decorre. Distinguem-se os Carnavais de Nice, de Veneza, de Roma, Florença, de Nova Orleães e, naturalmente o do Brasil.

O CARNAVAL BRASILEIRO

O Carnaval foi introduzido no Brasil pelos portugueses, provavelmente no século XVII, com o nome de Entrudo. Essa forma de brincar, que persistiu durante a Colónia e a Monarquia, consistia numa brincadeira alegre, mas violenta. As pessoas atiravam umas às outras água com bisnagas ou limões de cera e depois pó, cal e tudo o que tivessem à mão. Combatido como jogo selvagem, o Entrudo prevaleceu até aparecerem elementos de brincar menos agressivos, como os papelinhos e as serpentinas. Daí em diante, através dos tempos, o Carnaval foi evoluindo. Em 1840, realizou-se o primeiro baile. Em 1846, surgiu o Zé Pereira, grupo dos foliões de rua com bombos e tambores. Vieram depois os cordões, as sociedades carnavalescas, blocos e ranchos. O corso consistia num desfile de carros pelas ruas da cidade com foliões fantasiados que atiravam papelinhos e serpentinas uns nos outros. Em 1929, foi fundada a primeira escola de samba (Deixa Falar), no bairro carioca do Estácio, seguida de várias outras, no Rio de Janeiro e em outros estados.

Sílvia nº20 7ºE

ANEDOTAS

Uma senhora no consultório médico:
-Doutor, ficarei curada?
– De certeza, minha senhora! Como sabe as estatísticas dizem que, com essa doença, apenas se cura uma pessoa em cada cem. Eu já tratei noventa e nove e morreram…A senhora é a centésima!


O camponês saiu, pela primeira vez, da sua perdida aldeola no meio da serra e foi trabalhar para a cidade deixando a mulher junto da sogra. Quando recebeu o primeiro pagamento, resolveu mandar juntamente com o dinheiro, um espelho como presente. Quando a mulher pegou no espelho, começou a chorar e a dizer em alta voz:
- Olha o safado! O descarado! Ó mãe, ele arranjou outra e ainda me mandou isto para eu a ver!
A mãe pegou no espelho, olhou para ele e disse:
-Não faz mal, filha! É uma velha magra e feia!



Sílvia nº20 7ºE