sábado, 31 de maio de 2008

VI ENCONTRO/CONVÍVIO DE ALUNOS DE E.M.R.C.,DA DIOCESE DO PORTO, NO PARQUE DA CIDADE


No passado dia 21 de Maio, realizou-se o VI Encontro/Convívio de alunos de E.M.R.C., da Diocese do Porto, no qual participou a nossa Escola, com cinquenta e sete alunos, todos eles pertencentes ao 8º ano de escolaridade. O professor Alfredo Vasconcelos foi o responsável pela actividade e contou com a colaboração dos professores Raúl Bastos, José Nuno Ramos e Andreia Sousa.
Os alunos partiram da Escola às 08:30h e chegaram ao Parque da Cidade por volta das 09:30h. O dia foi preenchido com diversas actividades, logo após à apresentação de cada escola, junto do palco. A saber: formação do cachecol gigante (11 km), actividade patrocinada pela Sport Zone e que homenageava a Selecção Portuguesa de Futebol; concurso de bandeiras; concerto musical; palestra do Senhor Bispo do Porto, D. Manuel Clemente, e outras actividades no palco e no parque. Finalmente, os alunos chegaram à Escola por volta das 17h.
Este encontro/convívio teve como objectivo fundamental promover os valores da amizade, do convívio, da fraternidade e da partilha. Penso que foram plenamente atingidos, graças ao civismo e à responsabilidade dos nossos alunos. Estes revelaram um comportamento digno de louvor, uma pontualidade francamente positiva, o que só pode deixar os professores e a própria Escola orgulhosos deles. Daí que, a avaliação, que os professores de E.M.R.C. fizeram da visita, foi bastante positiva, já que deu para observar que muitos dos valores propostos pela disciplina foram evidenciados pelos nossos jovens. Num tempo, em que se têm tecido tantas críticas aos mesmos, será bom reconhecer que existem neles valores que nos devem deixar esperançados em relação ao futuro.
A grande mancha cor-de-laranja ( cor das t.shirts que envergaram ), que compôs e embelezou ainda mais o já de si belo Parque da Cidade, era constituída por cerca de quinze mil jovens de toda a Diocese do Porto que, como já disse, fizeram daquele dia uma ocasião única de salutar convívio e de lazer.








































O Representante de E. M. R. C. , Alfredo Vasconcelos

segunda-feira, 26 de maio de 2008

RECONTO DA OBRA "História de uma Gaivota e do Gato que a ensinou a voar" DE LUÍS SEPÚLVEDA

Kengah, uma gaivota de penas cor de prata, voava com o seu bando sobre o mar do Norte.
Quando mergulhava, para pescar arenques, foi apanhada por uma maré negra. Com muita dificuldade, conseguiu voar até ao porto de Hamburgo.
Kengah acabou por cair na varanda de uma casa, onde vivia um gato grande, preto e gordo, chamado Zorbas. A gaivota estava a morrer por causa do petróleo que estava agarrado ao seu corpo. Antes de exalar o último suspiro, Kengah informou Zorbas que ia ter um ovo e pediu-lhe que ele lhe fizesse três promessas:
“- Não comes o ovo.
- …cuidas dele até que nasça a gaivotinha.
- Promete que a ensinas a voar.”
Zorbas prometeu cumprir estes pedidos. Ao mesmo tempo que Kengah morria, pôs um ovo.
Zorbas pediu ajuda aos gatos do porto e eles aceitaram ajudá-lo a cumprir as promessas.
O gato grande, preto e gordo deitou-se junto do ovo pintalgado e chocou-o.

Os gatos, amigos de Zorbas, ajudaram a preparar o enterro de Kengah. Colonello fez um bonito discurso de despedida:
“E agora digamos adeus a esta gaivota, vítima da desgraça provocada pelos humanos. Estiquemos os pescoços para a lua e miemos a canção do adeus dos gatos do porto.” Os gatos começaram a miar uma triste canção de despedida, aos quais se juntaram outros gatos, cães e restantes animais das redondezas.
Entretanto, Ditosa -a gaivotinha -aprendeu, com o tempo, a comer o que os gatos lhe davam e a compreender que Zorbas não era a sua “mamã”. Os gatos tentaram ensiná-la a voar, até consultaram a enciclopédia, mas não o conseguiram.


Zorbas decidiu pedir autorização para quebrar o tabu e poder miar a língua dos humanos. Os gatos, depois de muito conversarem, escolheram um humano poeta para pedir ajuda.
O poeta escolheu uma noite de chuva para levar Ditosa ao cimo da torre de S. Miguel. Nesse local, o humano, depois de incentivar a gaivota, atirou-a. Mesmo com medo, Ditosa começou a voar. Tinha compreendido “Que só voa quem se atreve a fazê-lo.”

Trabalho realizado pelos alunos do 5º G, nas aulas de Língua Portuguesa

DIA DA MÃE


O dia da mãe teve origem no princípio do século xx quando uma jovem perdeu a sua mãe. Então, algumas amigas dela resolveram inventar o dia da mãe. A jovem que perdeu a mãe quis que aquele dia fosse dedicado a todas as mães do mundo.
O dia da mãe é muito especial, por isso eu acho que todos os filhos devem celebrar esse dia com as suas mães.
Ivo 5ºC
Dia da Mãe
Da minha mãe, eu gosto muito.
Inteligente e meiga ela é.
A sua beira sinto-me protegido.

Dia da mãe é todos.
A minha, do meu Mundo, é rainha.

Mulher de grande beleza interior.
Adoro-a do fundo do coração.
Ela é o centro da minha atenção.

João Ferreira, 6ºB

Mãe tu és…

Doce
Inteligente
Amável

Dádiva de amor
Amiga incomparável

Mãe, és encanto
Às vezes, dás tudo por nós
És o verdadeiro amor.

Cátia, 6ºB

O DIA DA ESPIGA

A Quinta-feira da Ascensão é uma festa religiosa católica. Há localidades onde é mesmo um dia feriado.Neste dia, celebra-se a ascensão de Jesus ao Céu, depois de ter sido crucificado e de ter ressuscitado. Também, nesta data, celebra-se o Dia da Espiga ou Quinta-feira da Espiga.
Tradicionalmente, as pessoas vão para o campo apanhar a espiga e outras flores campestres. Com elas, formam um ramo com espigas de trigo, folhagem de oliveira, malmequeres e papoilas. O ramo pode também incluir centeio, cevada, aveia, margaridas e pampilhos.

Cada elemento exprime um desejo:
· A espiga - que haja pão (isto é, que nunca falte comida em cada lar).
· As folhas de oliveira - que haja paz e que nunca falte a luz divina. (Antigamente, as pessoas alumiavam-se com lamparinas de azeite, e o azeite faz-se com as azeitonas, que são o fruto da oliveira).
· Flores (malmequeres, papoilas, etc.) - que haja alegria (simbolizada pela cor das flores - o malmequer ainda «traz» ouro e prata, a papoila o amor e vida e o alecrim a saúde e força).
O ramo é guardado ao longo de um ano, até ao Dia de Espiga do ano seguinte, pendurado algures dentro de casa.
Alguns acreditam que este costume, mais presente no centro e sul de Portugal, nasceu de um antigo ritual cristão, que era uma bênção aos primeiros frutos. No entanto, por ter tanta ligação com a Natureza, outros pensam que vem mais de trás no tempo, talvez de antigas tradições pagãs associadas às festas da deusa Flora que aconteciam por esta altura.
Hoje em dia, nas grandes cidades, as pessoas já não vão colher o Ramo da Espiga (nem há onde...), mas há quem os venda, fazendo negócio com a tradição... E ajudando a preservá-la.

Bibliografia: http://www.junior.te.pt/
Christophe, 6ºB.

A TRADIÇÃO DAS "MAIAS"

A tradição das Maias tem várias explicações. Eu vou apresentar a explicação religiosa para este costume.
Segundo a lenda, no tempo de Jesus, Herodes soube da fuga da Sagrada Família para o Egipto. Então, pediu a um malfeitor para matar o Menino Jesus. Este escusou-se a cumprir o pedido, mas ofereceu-se para identificar a casa onde ele estava alojado. Para o efeito, usou a flor de giesta (maias), na porta, para a sinalizar. Herodes mandou o seu exército para o matar, mas, para seu espanto, todas as casas tinham as portas enfeitadas com maias. Era impossível saber em qual das casas estava o verdadeiro Menino Jesus. O Menino Jesus foi salvo!

Ruben Santos, 5ºC



O Dia das Maias comemora-se de 30 de Abril para 1 de Maio.
Nesta altura, as pessoas costumam colocar ramos de maias nas portas e janelas das suas propriedades, porque, segundo diz a tradição, afugenta os “diabos” e as “bruxas”. Pretende-se, assim, afastar os infortúnios e azares de entrarem, afastando-os através desta flor.
A maia é uma flor campestre, amarela, mais conhecida por giesta, e é colhida nos montes incultos.


Marco, Mónica e Ana Catarina 5ºC

1º DE MAIO, DIA DO TRABALHADOR. PORQUÊ?

No dia 1 de Maio de 1886, quinhentos mil trabalhadores de Chicago decidiram fazer uma manifestação para reduzirem os horários de trabalho para 8 horas diárias.
A polícia, com intenção de deter a manifestação, matou e feriu dezenas de operários.
Os trabalhadores não se deixaram abater com as ameaças da polícia, porque todos achavam que as horas de trabalho eram muitas e continuaram a sua luta até ser reconhecida a legitimidade das suas reivindicações. Em 1889, o Congresso Operário Internacional, reunido em Paris, decretou o 1º de Maio, como o Dia Internacional dos Trabalhadores, um dia de luto e de luta. E, em 1890, os trabalhadores americanos conquistaram a jornada de trabalho de oito horas.
Em Portugal, só a partir de Maio de 1974 (o ano da revolução do 25 de Abril) é que se voltou a comemorar livremente o Primeiro de Maio e este passou a ser feriado. Durante a ditadura do Estado Novo, a comemoração deste dia era reprimida pela polícia.

Micaela 5ºC

segunda-feira, 19 de maio de 2008

PROVÉRBIOS DO MÊS DE MAIO



  • MAIO pardo e ventoso faz o ano formoso.

  • Uma água de MAIO e três de Abril valem por mil.

  • Tantos dias de geada terá MAIO, quantas as vezes de nevoeiro teve Janeiro.


  • MAIO couveiro não é vinhateiro.


  • MAIO hortelão, muita palha e pouco grão.


  • Quem em MAIO não merenda aos finados se encomenda.


  • Quem em MAIO não relva não tem pão nem erva.


  • Em MAIO, comem-se as cerejas ao borralho.


  • MAIO que não der trovoada, não dá coisa estimada.


  • Guarda pão em MAIO, lenha em Abril e o melhor tição para o S. João.


  • Sardinha de MAIO não vale um zangaio.


  • Não há luar como o de MAIO, mas lá virá Agosto que lhe dará no rosto


  • Quem em Abril não varre a eira e em MAIO não rega a leira anda todo o ano em canseira.


  • Mês de MAIO, mês das flores, mês dos amores.


  • Quando MAIO chegar, quem não lavrou tem de lavrar.


  • MAIO jardineiro enche o celeiro.


  • MAIO frio, Junho quente, bom pão, vinho valente.


  • A melhor cepa, MAIO a deita.


  • As favas, MAIO as dá, MAIO as leva.

    Daniela e Sara, 6ºB

sábado, 3 de maio de 2008

VISITA de ESTUDO ao PORTO LIBERAL e ROMÂNTICO - 6ºD e B

No dia 16 de Abril de 2008, as turmas do 6ºD e B realizaram uma visita de estudo ao Porto Liberal e Romântico.
A visita iniciou-se na Praça da República, antigamente chamada Largo de Santo Ovídio, local onde se iniciou a Revolução Liberal de 1820.
Observámos o estilo neogótico da Capela dos Pestanas, no cimo da Rua do Almada e registámos no nosso guião alguns pormenores da capela: a torre, a rosácea, os vitrais e os arcos quebrados.
Parámos em frente à fachada da Igreja da
Trindade, de estilo neoclássico, da autoria do arquitecto Carlos Amarante.
Em seguida, contemplámos a fachada da Câmara Municipal do Porto, do arquitecto Barry Parker, e a estátua do grande escritor oitocentista Almeida Garrett.

Descemos a Avenida da Liberdade aproveitando para observar os candeeiros, imitação do séc. XIX, as fachadas dos imensos edifícios de final do séc. XIX ou do séc. XX.
Chegámos à estátua de D. Pedro IV. Relembrámos o seu papel na Guerra Civil de 1832-34.
Aproveitámos para descansar um pouco no McDonald’s da Avenida e conhecermos um local onde, outrora, importantes personalidades da cidade confraternizavam.
Visualizámos a Ru
a 31 de Janeiro e a Igreja dos Congregados.
A seguir, visitámos a Estação de S. Bento, onde pudemos observar azulejos historiados, que contam momentos significativos da história da cidade o Porto.
Descemos a Rua Mouzinho da Silveira, passando por uma fonte importante de abastecimento de água potável, em oitocentos.
Chegámos ao Mercado Ferreira Borges e, nesse local, registámos pormenores da sua fachada, já que o edifício pertence à Arquitectura do Ferro.
Passámos ao lado do edifício da Feitoria Inglesa, estilo neoclássico de autoria de John Whitehead e descemos até à
Praça da Ribeira. Aí, observámos o rio Douro e os pilares da Ponte Pênsil, o baixo-relevo comemorativo do desastre da Ponte das Barcas e a ponte D. Luís I.
Fomos almoçar ao Palácio de Cristal.
De tarde, visitámos o Museu Romântico e fizemos um peddy-paper, em grupo, ao descer pelos Caminhos Românticos. Esta actividade teve a colaboração da Dr.ª Isabel Andrade do Serviço Educativo dos Museus do Porto.
Aqui, desenhámos estes belíssimos candeeiros do séc. XIX, feitos em ferro fundido nas fundições de Massarelos.

Tivemos a oportunidade de visitar a Igreja do Corpo Santo, do séc. XVIII, ricamente de
corada em talha dourada de estilo joanino. Gostámos de ver o relicário de S. Telmo, que guardava um bocadinho de osso do pé do santo.
Depois, fomos ver os baixos-relevos do Frigorífico de Massarelos, importante local de conservação e distribuição de peixe no séc. XIX.
Terminámos a nossa visita no Museu do Carro Eléctrico onde vimos o carroção e o americano.
Regressámos muito divertidos à escola.

Os alunos do 6ºD

quinta-feira, 1 de maio de 2008

VISITA de ESTUDO ao CENTRO CULTURAL de BELÉM e à ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

No passado dia 1 de Abril, os 9º anos da nossa escola realizaram uma visita de estudo ao Centro Cultural de Belém e à Assembleia da República, em Lisboa.
Primeiro, dirigimo-nos ao Centro Cultural de Belém para vermos a Colecção Berardo. Infelizmente, não pudemos ver toda a colecção, pois é muito extensa e nem todas as obras estavam expostas.
Perto do Centro Cultural de Belém, tivemos a oportunidade de admirar o Mosteiro dos Jer
ónimos, o Padrão dos Descobrimentos e o rio Tejo.
Já à tarde, dirigimo-nos ao Palácio de S. Bento, onde funciona a Assembleia da República, e um guia mostrou-nos as partes mais importantes do edifício, como por exemplo, o jardim, o claustro e as escadas nobres. Visitámos a sala dos Passos Perdidos, o Salão Nobre, a sala do Senado e a Sala das Sessões, entre outras. A sala das sessões é onde se realizam, actualmen
te, as sessões plenárias e onde, outrora, se deu a inauguração da Assembleia Nacional Constituinte. Ficámos muito entusiasmados por nos termos sentado nos lugares dos deputados e por termos discursado do local onde o Primeiro-ministro fala aos deputados.
Ao fim da tarde, ainda tivemos tempo para passear um pouco no Parque das Nações.
Foi um dia inesquecível, muito divertido e animado!








Marta e Magda, 9º B